sexta-feira, 13 de março de 2026

Paraná recebe pacote de R$ 2 bilhões para obras de infraestrutura de transportes

 

    Porto de Paranaguá. Foto: Cláudio Neves/Portos do Paraná

 

 O governo federal autorizou nesta quinta-feira (12/03) o início de obras que somam investimentos de mais de R$ 2,08 bilhões nos setores de infraestrutura de transportes no Paraná, incluindo rodovias, porto e aeroporto.

Pelo Ministério dos Transportes, foram assinadas duas ordens de serviço que somam R$ 730 milhões em recursos públicos. Uma delas autoriza o início das obras do Contorno Sul Metropolitano de Maringá (BR-376/PR), com aporte de R$ 409 milhões, destinado a melhorar o tráfego urbano e reduzir o fluxo de veículos pesados na cidade.

A segunda ordem de serviço viabiliza a execução do quarto e último trecho da BR-487/PR, conhecida como Estrada Boiadeira, entre Serra dos Dourados e Cruzeiro do Oeste. Com R$ 321,2 milhões, serão concluídos 37 quilômetros (km) da rodovia que conecta regiões produtoras de grãos ao Porto de Paranaguá.

Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, já foram realizadas seis concessões rodoviárias no estado desde 2023, de um total de 35 concessões de rodovias em andamento em todo o país.


Reforma no Aeroporto de Maringá ampliará capacidade 

Pelo Ministério de Portos e Aeroportos, foi assinada a autorização da licitação para reforma e ampliação do terminal de passageiros e modernização da torre de controle do Aeroporto Regional de Maringá, com investimento de R$ 129,1 milhões. 

A reforma deverá fazer com que o terminal salte da capacidade atual de 855 mil passageiros para cerca de 1,4 milhão por ano. A área de passageiros do aeroporto terá o tamanho praticamente duplicado.
 

 

Porto de Paranaguá

Também nesta quinta foi assinado o contrato de concessão para exploração e administração da infraestrutura do acesso aquaviário ao Porto de Paranaguá, estimado em R$ 1,23 bilhão.

A concessão, com duração de 25 anos, deve assegurar as obras de manutenção do canal e o aumento do calado de 13,5 metros para 15,5 metros, ampliando a capacidade da operação de carga no terminal. 

O Porto de Paranaguá é o segundo maior do Brasil em movimentação de cargas, atrás do Porto de Santos. Ele tem uma importância estratégica para o setor de agronegócio, já que é por ali que são escoados os fertilizantes importados pelo Brasil e o embarque de carne suína e frango oriunda principalmente da Região Sul.





Fonte Tribuna




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Paralisação de trabalhadores da Sogil pode afetar transporte coletivo em Gravataí nesta sexta-feira

 A Prefeitura informou que acompanha a situação e tenta garantir a circulação de pelo menos 30% da frota, conforme prevê a legislação em casos de greve



O transporte coletivo urbano e parte do transporte escolar de Gravataí podem sofrer paralisação nesta sexta-feira (13) após trabalhadores da Sogil anunciarem interrupção das atividades. O movimento foi comunicado pelo Sindigravataí à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e teria sido motivado pela falta de pagamento do vale-alimentação aos funcionários.

Segundo o sindicato, cerca de 200 trabalhadores não receberam o benefício previsto para o dia 10 de março. Ainda de acordo com a entidade, a empresa teria informado que não há previsão para a regularização do pagamento, o que levou a categoria a decidir pela paralisação. Muitos funcionários afirmam não ter recursos para custear a própria alimentação durante a jornada de trabalho.

Em nota, a Sogil informou que tomou conhecimento da paralisação por meio do sindicato e afirmou que o movimento partiu dos próprios trabalhadores. A empresa declarou ainda que não tem como confirmar horários ou a extensão da paralisação, mas reconheceu que o transporte coletivo urbano da cidade, operado pelos chamados ônibus brancos, pode ser afetado.

A Prefeitura de Gravataí informou que acompanha a situação e tenta garantir a circulação de pelo menos 30% da frota, conforme prevê a legislação em casos de greve. O município também ressaltou que o pagamento do vale-alimentação é responsabilidade da empresa, e orientou que usuários se preparem para possíveis interrupções no transporte urbano e escolar.


Fonte Portal Terra




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quinta-feira, 12 de março de 2026

 🚇 Histórias do Transporte – Episódio 4

A chegada do metrô e a revolução no transporte de São Paulo

Na segunda metade do século XX, São Paulo já enfrentava grandes desafios em relação à mobilidade urbana. O crescimento acelerado da população, o aumento do número de veículos e a expansão da cidade exigiam novas soluções para o transporte coletivo.




Foi nesse contexto que surgiu um dos projetos mais importantes da história da mobilidade paulistana: a construção do metrô.

As obras começaram no final da década de 1960 e representaram um grande avanço tecnológico para a cidade. Após anos de planejamento e construção, a primeira linha do metrô de São Paulo foi inaugurada em 1974, ligando o bairro do Jabaquara à Vila Mariana.

Com trens modernos, estações amplas e um sistema rápido e eficiente, o metrô trouxe uma nova forma de deslocamento para milhões de passageiros. Aos poucos, novas estações e linhas foram sendo construídas, ampliando a rede e conectando diferentes regiões da cidade.

O metrô também ajudou a transformar o urbanismo da cidade, incentivando o desenvolvimento de áreas próximas às estações e facilitando a integração com ônibus e outros meios de transporte.

Hoje, o sistema metroviário de São Paulo é um dos mais importantes do Brasil e continua em expansão, desempenhando um papel fundamental na mobilidade urbana da maior cidade do país.

🚇 No próximo episódio da série Histórias do Transporte, vamos conhecer outra parte importante da mobilidade paulista: a história da CPTM e a transformação dos antigos trens suburbanos.

📍 Série especial: Histórias do Transporte

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 🚎 Histórias do Transporte – Episódio 3

A era dos trólebus em São Paulo

Em meio ao crescimento acelerado da cidade e à necessidade de ampliar o transporte coletivo, São Paulo passou a investir também em um sistema que unia tecnologia elétrica e eficiência: os trólebus.




Os primeiros trólebus começaram a circular na cidade na década de 1940, trazendo uma alternativa moderna ao transporte urbano da época. Diferente dos ônibus movidos a diesel, esses veículos utilizavam energia elétrica captada por meio de dois cabos aéreos instalados sobre as vias.

Além de mais silenciosos, os trólebus também apresentavam menor emissão de poluentes, algo que já demonstrava uma preocupação com a qualidade do ar e a sustentabilidade, mesmo décadas atrás.

Durante muitos anos, esse sistema foi ampliado e passou a atender diversas regiões da cidade, especialmente na Zona Leste e no corredor ABD, que liga importantes municípios da Região Metropolitana.

Os trólebus ficaram conhecidos também pelo visual característico: dois braços metálicos conectados aos fios da rede aérea, garantindo o fornecimento de energia durante o trajeto.

Com o passar do tempo, novas tecnologias e modelos de ônibus surgiram, mas o sistema de trólebus continua sendo um exemplo importante de transporte elétrico urbano e ainda faz parte da mobilidade da região metropolitana.

Hoje, os trólebus representam não apenas um meio de transporte eficiente, mas também um capítulo importante da história da mobilidade sustentável na cidade.

🚎 No próximo episódio da série Histórias do Transporte, vamos conhecer outro capítulo interessante da mobilidade urbana: a chegada do metrô e como ele revolucionou o transporte em São Paulo.

📍 Série especial: Histórias do Transporte

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 🚌 Histórias do Transporte – Episódio 2

Os ônibus que marcaram época nas ruas de São Paulo

Com o crescimento acelerado de São Paulo ao longo do século XX e o fim gradual das linhas de bonde, os ônibus passaram a assumir um papel cada vez mais importante na mobilidade da cidade.




A partir das décadas de 1950 e 1960, os ônibus começaram a se espalhar por todos os bairros, conectando regiões que antes tinham pouco acesso ao transporte coletivo. Com isso, surgiram veículos que acabaram se tornando verdadeiros símbolos das ruas paulistanas.

Entre os modelos mais marcantes estão os famosos ônibus monoblocos, conhecidos pelo seu design moderno para a época e pelo grande conforto em comparação com veículos mais antigos. Esses ônibus se tornaram muito populares e circularam por diversas linhas da cidade durante muitos anos.

Outro modelo que marcou gerações foi o tradicional CAIO Amélia, bastante presente nas décadas de 1970 e 1980. Com seu visual característico e grande presença nas empresas de ônibus da cidade, ele se tornou uma imagem clássica do transporte urbano paulistano.

Esses veículos transportaram milhões de passageiros diariamente, fazendo parte da rotina de trabalhadores, estudantes e famílias que dependiam do transporte público para se locomover pela cidade.

Mais do que simples veículos, esses ônibus ajudaram a escrever capítulos importantes da história da mobilidade urbana e ficaram guardados na memória de quem viveu aquela época.

Hoje, muitos desses modelos são lembrados com carinho por entusiastas e preservados em coleções e eventos dedicados à história do transporte.

🚍 No próximo episódio da série Histórias do Transporte, vamos falar sobre um sistema que também marcou a mobilidade da cidade: os trólebus e sua importância no transporte elétrico de São Paulo.

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 🚋 Histórias do Transporte – Episódio 1

Os bondes que marcaram época em São Paulo

Antes dos ônibus dominarem as ruas e muito antes da chegada do metrô, quem reinava no transporte urbano de São Paulo eram os bondes. Durante décadas, esses veículos sobre trilhos fizeram parte da rotina da população e ajudaram no crescimento da cidade.




Os primeiros bondes começaram a circular ainda no século XIX e eram puxados por animais, principalmente burros e mulas. Esse sistema simples, mas eficiente para a época, ligava o centro da cidade a bairros que começavam a se desenvolver.

Com o crescimento de São Paulo e o avanço da tecnologia, os bondes passaram por uma grande transformação. No início do século XX surgiram os bondes elétricos, que rapidamente se tornaram o principal meio de transporte coletivo da cidade. Eles circulavam por diversas ruas e avenidas, levando milhares de passageiros todos os dias.

As linhas de bonde ajudaram a conectar regiões importantes e impulsionaram o desenvolvimento de muitos bairros. Lugares que antes eram afastados passaram a receber mais moradores e comércio graças à chegada desse transporte.

Durante muitos anos, os bondes foram símbolo da mobilidade urbana paulistana. No entanto, com o crescimento acelerado da cidade, o aumento do número de automóveis e a expansão das linhas de ônibus, o sistema acabou sendo gradualmente desativado.

A última linha de bonde da cidade deixou de circular na década de 1960, marcando o fim de uma era que ajudou a construir a história da mobilidade em São Paulo.

Mesmo após tantos anos, os bondes continuam presentes na memória de quem viveu aquela época e também na história do transporte urbano da cidade.

🚋 No próximo episódio da série Histórias do Transporte, vamos conhecer os ônibus que marcaram época nas ruas da cidade e ajudaram a transformar o transporte coletivo.

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Prefeitura de Manaus inicia operação das linhas Expresso Norte e Expresso Leste e reduz tempo de viagem em até 40 minutos

 

                              Linha de ônibus Expresso chegando em plataforma para o embarque e desembarque de passageiros

 

 

 

A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), iniciou, nesta segunda-feira, 9/3, a operação das novas linhas Expresso Norte e Expresso Leste, modalidade criada para tornar mais rápido o deslocamento dos passageiros entre diferentes regiões da capital. O novo formato de operação reduz significativamente o número de paradas, proporcionando viagens mais ágeis e eficientes.

As linhas passam a operar no formato expresso, com embarque e desembarque apenas em terminais, estações e pontos estratégicos. O sistema permite um trajeto mais fluido, reduzindo em média até 40 minutos no tempo total de viagem entre as zonas da cidade.

Outro diferencial das novas linhas é a modernização do sistema de pagamento. Além do cartão PassaFácil, os ônibus passam a aceitar pagamento por aproximação com cartões de crédito e débito diretamente nos veículos, ampliando as opções e trazendo mais praticidade para os usuários do transporte coletivo.

A linha Expresso Norte parte do Terminal de Integração 3 (T3) com destino ao terminal 1, com paradas nas plataformas do Manoa e Fametro, além de integração nas Estações 4, 3, 2 e 1. Já a linha Expresso Leste inicia no terminal 5, passando pela feira do Coroado, condomínio Ephigênio Salles, Amazonas Shopping e Fametro, com integração na Estação 1 e término também no terminal 1.


A vice-presidente de Transportes do IMMU, Viviane Cabral, ressaltou que a implantação das linhas expressas faz parte de um conjunto de ações voltadas à modernização do sistema.

“A proposta das linhas expressas é tornar o deslocamento mais rápido entre regiões estratégicas da cidade, oferecendo uma alternativa mais eficiente para quem precisa percorrer longas distâncias diariamente. Estamos trabalhando para tornar o transporte coletivo cada vez mais ágil, moderno e alinhado às necessidades da população”, afirmou.

Para quem utiliza o transporte coletivo diariamente, a mudança já representa ganho de tempo no deslocamento. O estudante Lucas Almeida, de 19 anos, morador do bairro Cidade Nova, aprovou a nova modalidade.

“Eu venho da Cidade Nova e normalmente o trajeto é demorado por causa das muitas paradas. Com o expresso ficou bem mais rápido. Para quem estuda e precisa chegar no horário, isso ajuda muito”, destacou.

A implantação da nova modalidade reforça o compromisso da Prefeitura de Manaus em modernizar o transporte coletivo e melhorar a mobilidade urbana, oferecendo viagens mais rápidas, confortáveis e previsíveis para quem utiliza o sistema diariamente.

 

                                                  Linha Expresso Norte

 

Fonte   Texto e fotos – Divulgação/IMMU




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Paraná recebe pacote de R$ 2 bilhões para obras de infraestrutura de transportes

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