domingo, 30 de novembro de 2025

Obras de extensão da Linha 4-Amarela do Metrô a Taboão da Serra seguem sem avanço visível

 



Chegarmos ao fim  de novembro, o canteiro onde deveriam ter começado as obras de extensão da Linha 4-Amarela até Taboão da Serra permanece praticamente vazio. No local, destinado à futura estação Taboão da Serra, há apenas dois containers de alojamento e novas placas instaladas pelo consórcio responsável — um cenário que contrasta com o anúncio oficial de que as intervenções começariam ainda neste mês. Terreno deserto Imagens registradas nesta semana mostram o terreno deserto, sem máquinas, operários ou movimentação típica de um empreendimento de mais de R$ 4 bilhões. O contrato entre a concessionária ‘ViaQuatro’ e o consórcio Expresso Linha 4 foi assinado em 29 de outubro. Desde então, corre o prazo de 64 meses para a conclusão da fase 3 do projeto, o que projeta a entrega da extensão apenas para fevereiro de 2031. Promessa não cumprida A promessa do governador Tarcísio de Freitas e do prefeito de Taboão da Serra era de que o início efetivo das obras ocorreria já em novembro — o que, por ora, não se confirmou. Como ação concreta, além dos containers, o consórcio apenas instalou uma nova placa com informações técnicas e um totem ilustrando a “Futura Estação do Metrô Taboão”, acompanhado da logomarca da ViaQuatro. Se o panorama em Taboão já decepciona moradores, o trecho previsto para a futura Estação Chácara do Jockey, apresenta situação ainda mais distante do início das demolições. Imóveis que deverão ser removidos continuam ocupados e ativos. Demanda antiga A demora acentua a frustração de quem vive na região, sobretudo porque a chegada da Linha 4-Amarela a Taboão da Serra é uma demanda antiga desde os tempos de governo do PSDB e já teve diferentes prazos estimados — em anos anteriores, chegou-se a falar em conclusão em 2024. Agora, qualquer atraso adicional pode comprometer ainda mais o cronograma. 3,4 km demorados O projeto prevê 3,4 km de novos trilhos, duas estações (Taboão da Serra e Chácara do Jockey), três poços de ventilação e a aquisição de seis novos trens da fabricante chinesa CRRC. Como os túneis serão escavados pelo método NATM — o chamado “túnel mineiro”, mais lento que o uso de tatuzão — o avanço tende a ser gradual.


Com a extensão, a ViaQuatro ampliará sua concessão por mais 20 anos, até 2060. Quando entregues, as novas estações devem acrescentar cerca de 50 mil usuários por dia ao ramal e incluir um novo terminal de ônibus em Taboão da Serra.


✔️ Fonte Gazeta de Pinheiros 



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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Obras da Estação Água Branca, da Linha 6-Laranja, atingem 90% de execução

 Estação será uma das primeiras a entrar em operação em 2026 e integra o trecho inicial que ligará Brasilândia a Perdizes


A nova linha, com 15,3 km de extensão, encurtará para apenas 23 minutos um percurso que hoje pode durar até 1h30 de ônibus Foto: Divulgação/Governo de SP


A obra da Estação Água Branca, um dos pontos-chave da Linha 6-Laranja, ultrapassou 90,7% de execução, consolidando-se como uma das primeiras estruturas que entrarão em operação em 2026. O avanço do cronograma reforça o compromisso do Governo de São Paulo com a ampliação da oferta de transporte de alta capacidade e com a integração eficiente entre as regiões Norte, Oeste e Central da capital.

A estação integra o trecho inicial entre Brasilândia e Perdizes, que será entregue no próximo ano. O segmento seguinte, entre Perdizes e São Joaquim, segue com previsão para 2027. Com a operação plena, a Linha 6 fará conexão direta com as Linhas 1-Azul, 4-Amarela e 7-Rubi, ampliando a rede metroferroviária e reduzindo deslocamentos pendulares.


Linha 6-Laranja é uma parceria público-privada (PPP) e gera mais de 10 mil empregos

Construída a 48 metros de profundidade, Água Branca contará com dois acessos pela Avenida Santa Marina, garantindo acessibilidade total e melhor distribuição do fluxo de passageiros.

A nova linha, com 15,3 km de extensão, encurtará para apenas 23 minutos um percurso que hoje pode durar até 1h30 de ônibus, beneficiando especialmente estudantes e trabalhadores da região. A demanda estimada é superior a 633 mil usuários por dia, com atendimento direto a sete universidades e impacto em outras quatro.

A Linha 6-Laranja é uma parceria público-privada (PPP) e gera mais de 10 mil empregos.


Construída a 48 metros de profundidade, Água Branca contará com dois acessos pela Avenida Santa Marina, garantindo acessibilidade total e melhor distribuição do fluxo de passageiros

A Linha 6-Laranja é uma Parceria Público-Privada (PPP) do Governo do Estado de São Paulo com a concessionária Linha Uni, executada pela Acciona, com geração de mais de 10 mil empregos. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Parcerias em Investimentos do Estado (SPI), responsável por estruturar e acompanhar os projetos de concessão e PPPs no estado.


Trens da Linha 6-Laranja


Fabricados em aço inoxidável no município de Taubaté, no interior paulista, os trens da Linha 6-Laranja de metrô, possuem durabilidade superior a 40 anos e são mais leves, o que contribui para maior eficiência energética e uma operação mais sustentável. Todas as composições contam com tecnologia que permitirá a operação sem a necessidade de condutor a bordo, com velocidade máxima de até 90 km/h.

No total, serão 22 composições com seis carros cada, capazes de transportar até 2.044 passageiros entre a Brasilândia, na zona norte, e a Estação São Joaquim, no centro de São Paulo. A previsão é de que a linha atenda mais de 630 mil passageiros por dia.


Acessibilidade


Garantindo total acessibilidade aos usuários, a Linha 6-Laranja contará com mais de 400 equipamentos de mobilidade, entre escadas rolantes e elevadores. Os equipamentos instalados nas futuras estações foram projetados para suportar o intenso fluxo de passageiros e as variações de desnível entre as plataformas, conforme as características específicas de cada projeto. A estação Brasilândia, por exemplo, tem 28 metros de profundidade; já a estação Freguesia do Ó alcança 39 metros, enquanto Santa Marina possui 30 metros e Água Branca, 48 metros.


✔️  Fonte Agência SP 



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Histórias e Curiosidades dos Transportes - Terminal Rodoviário Intermunicipal de Passageiros “Engenheiro Dirço Durval dos Santos”

 O Terminal Rodoviário de Bauru foi inaugurado em21 de agosto de 1980, na gestão do prefeito Osvaldo Sbeghen e vice-prefeito Alcides Franciscato, e recebeu o nome do Engº Dirço Durval dos Santos.





Anteriormente a inauguração do Terminal Rodoviário, a Praça Machado de Melo era um ponto de referência em embarques e desembarques de passageiros e os bilhetes eram vendidos nos bares e padarias instalados nas proximidades da Praça. A falta de infraestrutura e a movimentação de ônibus causavam transtornos e congestionamentos na região central.

  Em 18 de outubro de 1977, o prefeito Osvaldo Sbeghen e o vice-prefeito Alcides Franciscato tiveram uma audiência com o presidente da república Ernesto Geisel, uma outra audiência já havia. Nesta audiência, o prefeito e o vice-prefeito reforçaram o pedido feito na primeira audiência solicitando verbas para canalização de rios, sistema viário, Terminal Rodoviário, construção de casas populares, além de solicitar ao presidente que viesse a Bauru para reinauguração da avenida Nações Unidas. Em setembro de 1977, o Ministro Dirceu Nogueira visitou a prefeitura municipal e conheceu a maquete do complexo viário da época onde estava incluso o Terminal Rodoviário projetado pelo arquiteto Jurandir Bueno Filho. A prefeitura já havia solicitado ao Ministério dos Transportes uma verba a fundo perdido de cinquenta milhões, através da Empresa Brasileira de Transportes Urbanos (EBTU).

  Em 12 de dezembro de 1977, o Ministro dos Transportes Dirceu Nogueira assinou o convênio de repasse de quarenta e três milhões e meio para a obra do Terminal Rodoviário. Em junho de 1979, já havia sido realizada toda a parte de estaqueamento da obra e já começavam o processo de construção dos alicerces. Um dos diferenciais da arquitetura do Terminal Rodoviário é que o passageiro nunca sobre com as bagagens, sempre desce. Ou seja, tanto para embarcar quanto no momento de desembarcar, o passageiro nunca encontra uma aclividade e sim, sempre uma declividade.

  Com a construção da canalização do Córrego das Flores, Bauru ganhou a ligação entre Nações Unidas e Nuno de Assis para chegar ao novo Terminal Rodoviário e regiões próximas. A localização para a instalação do novo terminal foi escolhida pela proximidade com as rodovias, tirando assim o trânsito de ônibus da região central da cidade.

  Em 08 de junho de 1980, foi inaugurada a praça do Terminal Rodoviário, denominada Praça João Paulo II. Para a inauguração, foi celebrada uma missa pelo Bispo da Diocese de Bauru, Dom Cândido Padim e pelo Padre Zezinho Lorusso. Dois meses após a inauguração da Praça, foi a vez da inauguração do Terminal Rodoviário de Bauru, em 21 de agosto de 1980.

  O presidente da república, João Baptista Figueiredo, veio a Bauru para a inauguração do Terminal Rodoviário. O presidente foi recebido no local pelo prefeito Osvaldo Sbeghen e pelo presidente da Câmara, Ângelo Gonçalves. Ele chegou em um ônibus gentilmente cedido pelo Expresso de Prata que o trouxe do aeroporto até a rodoviária. Foi o primeiro ônibus a adentrar no terminal rodoviário.

  Além do presidente da república, João Baptista Figueiredo, estiveram presentes governador Paulo Maluf, Ministro do Transportes Eliseu Resende, Ministros, Secretários de Governo, Deputado Federal e vice-prefeito Alcides Franciscato, Deputado Estadual Ibrahim Dabus, e prefeitos de toda a região.








✔️ Fonte EMDURB



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quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Consulta pública da Linha 16–Violeta termina na próxima segunda-feira (24)

 Interessados devem encaminhar dúvidas e propostas por escrito, exclusivamente por e-mail



Com investimento de R$ 37,5 bilhões, obra terá 19 quilômetros de extensão e 16 estações Foto: Divulgação/Governo de SP


O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Parcerias em Investimentos, informa que são os últimos dias da Consulta Pública do projeto de Parceria Público-Privada (PPP) da Linha 16–Violeta de metrô – a chamada Linha dos Parques. A sociedade tem até segunda-feira (24/11) para enviar sugestões e contribuições que ajudarão no aperfeiçoamento do projeto, que prevê a ligação da zona leste à zona oeste da capital.

Os interessados devem encaminhar dúvidas e propostas por escrito, exclusivamente para o e-mail ppplinha16@sp.gov.br, utilizando o formulário disponível na página do projeto no site da SPI (aba Audiências e Consulta Pública). Serão consideradas apenas as contribuições enviadas dentro do prazo e com todas as informações obrigatórias preenchidas. O regulamento também está disponível no site da secretaria.

Com investimento previsto de R$ 37,5 bilhões, está previsto para a primeira etapa de obras da nova linha: 19 quilômetros de extensão e 16 estações (Teodoro Sampaio; Oscar Freire; Nove de Julho; Jardim Paulista; Parque Ibirapuera; Dante Pazzanese; Ana Rosa; Parque Aclimação; Parque Independência; São Carlos; Paes de Barros; Vila Bertioga; Álvaro Ramos; Regente Feijó; Anália Franco e Abel Ferreira). Neste trecho, a expectativa é de transportar uma média de 475 mil passageiros por dia até 2040. A Linha 16 – Violeta deve contar com oito integrações

A Linha 16 deve contar com oito integrações: Linha 1-Azul; Linha 2-Verde; Linha 4-Amarela; Linha 6-Laranja; Linha 10-Turquesa; e com as futuras linhas 19-Celeste; 20-Rosa; e 22-Marrom.


Audiências públicas


Além do período de consulta pública, a sociedade também pôde participar das audiências públicas que foram realizadas nos dias 7 e 8 de outubro de forma presencial e online, respectivamente. As sessões foram transmitidas e estão disponíveis no Youtube oficial do Governo de São Paulo.


✔️ Fonte Agência SP



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terça-feira, 18 de novembro de 2025

CPTM lança aplicativo para facilitar obras e projetos perto dos trilhos

 Plataforma permite que prefeituras e empresas consigam a aprovação de intervenções na área da ferrovia de forma mais rápida e organizada


A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos é uma operadora de transporte ferroviário de passageiros, com 1,5 milhão de passageiros transportados por dia útil. Foto: Governo de SP



A CPTM lançou o aplicativo de ‘Consulta do Território CPTM’, ferramenta digital criada para tornar mais simples e rápida a vida de quem precisa fazer obras, projetos ou vistorias nas áreas vizinhas à linha do trem, a chamada faixa de domínio.

O público externo (empresas, prefeituras, construtoras) pode usar o aplicativo para solicitar:

• Aprovação de projetos que cruzem a ferrovia (viadutos, passarelas, redes de água e luz).
• Serviços técnicos como sondagens, vistorias e levantamentos da área.
• Análise de documentos para processos de aprovação de alvarás e retificação de terrenos.


Fim da burocracia: anuência automática


O principal ganho de agilidade é a emissão automática da declaração de anuência. Muitas prefeituras exigem este documento da CPTM para liberar alvarás de construção. Se a área do projeto não interferir na faixa de domínio da ferrovia, o aplicativo gera a declaração na hora.

Segundo Conrado Blanco de Souza, chefe do Departamento de Gestão do Território e um dos desenvolvedores do aplicativo, “o novo aplicativo moderniza a forma como a CPTM lida com os pedidos externos, que antes chegavam por e-mail, e nos ajuda a gerenciar melhor as informações da ferrovia. Ao padronizar o envio das solicitações por tipo, conseguimos analisar os pedidos mais rapidamente e dar respostas mais ágeis aos usuários. É menos tempo de espera para todos”.

O aplicativo está disponível na área Território Ferroviário do site da CPTM e pode ser acessado pelo link: https://territorio.cptm.sp.gov.br/app_consulta_territorial/


✔️ Fonte Agência SP



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Avança instalação dos ímãs para guiar bonde elétrico sem trilhos

 Trabalho deve ser concluído nesta semana




A instalação dos ímãs dos “trilhos virtuais” do Bonde Digital Urbano da região metropolitana de Curitiba deve ser concluída nesta semana. A estimativa foi feita na semana passada pela Agência de Assuntos Metropolitanos, ligada ao governo do Paraná. Os dispositivos serão usados como marcadores magnéticos, com sensores para definir o traçado do veículo leve sobre trilhos, com movimentação com pneus. O bonde começar a ser testado nos próximos dias.

A instalação dos ímãs começa com a marcação dos pontos na pista do trajeto, que não será uso de exclusivo do bonde. Na etapa seguinte, conforme descrito pela agência, os locais são perfurados com brocas especiais, em espaço de 3,5 cm de diâmetro e 5 cm de profundidade. Os ímãs são colocados e lacrados com resina especial. Cada dispositivo fica a um metro de distância.

O uso dos ímãs dá ao sistema de guiagem “alta precisão” de condução e manobra para embarque e desembarque. O veículo conta com sensores, radares e câmeras que garantem rastreamento automático, orientação autônoma e proteção eletrônica ativa, segundo a agência. O Bonde Urbano Digital terá capacidade para 280 passageiros, com tarifa no mesmo valor do sistema metropolitano, de R$ 5,50. O veículo pode chegar a 70 km/h. A previsão é que a linha entre Pinhais e Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, comece a operar até o fim deste ano.

Confira imagens do Bonde Digital
















foto: Roberto Dziura Jr, AEN, Divulgação



✔️ Fonte  NSC Total 

Trem da Linha 17-Ouro chega ao Aeroporto de Congonhas pela primeira vez

  Viagem teste faz parte dos preparativos para a abertura da linha prevista para março Chegada ao local foi em caráter de teste, avaliando o...