Chegarmos ao fim de novembro, o canteiro onde deveriam ter começado as obras de extensão da Linha 4-Amarela até Taboão da Serra permanece praticamente vazio. No local, destinado à futura estação Taboão da Serra, há apenas dois containers de alojamento e novas placas instaladas pelo consórcio responsável — um cenário que contrasta com o anúncio oficial de que as intervenções começariam ainda neste mês. Terreno deserto Imagens registradas nesta semana mostram o terreno deserto, sem máquinas, operários ou movimentação típica de um empreendimento de mais de R$ 4 bilhões. O contrato entre a concessionária ‘ViaQuatro’ e o consórcio Expresso Linha 4 foi assinado em 29 de outubro. Desde então, corre o prazo de 64 meses para a conclusão da fase 3 do projeto, o que projeta a entrega da extensão apenas para fevereiro de 2031. Promessa não cumprida A promessa do governador Tarcísio de Freitas e do prefeito de Taboão da Serra era de que o início efetivo das obras ocorreria já em novembro — o que, por ora, não se confirmou. Como ação concreta, além dos containers, o consórcio apenas instalou uma nova placa com informações técnicas e um totem ilustrando a “Futura Estação do Metrô Taboão”, acompanhado da logomarca da ViaQuatro. Se o panorama em Taboão já decepciona moradores, o trecho previsto para a futura Estação Chácara do Jockey, apresenta situação ainda mais distante do início das demolições. Imóveis que deverão ser removidos continuam ocupados e ativos. Demanda antiga A demora acentua a frustração de quem vive na região, sobretudo porque a chegada da Linha 4-Amarela a Taboão da Serra é uma demanda antiga desde os tempos de governo do PSDB e já teve diferentes prazos estimados — em anos anteriores, chegou-se a falar em conclusão em 2024. Agora, qualquer atraso adicional pode comprometer ainda mais o cronograma. 3,4 km demorados O projeto prevê 3,4 km de novos trilhos, duas estações (Taboão da Serra e Chácara do Jockey), três poços de ventilação e a aquisição de seis novos trens da fabricante chinesa CRRC. Como os túneis serão escavados pelo método NATM — o chamado “túnel mineiro”, mais lento que o uso de tatuzão — o avanço tende a ser gradual.
Com a extensão, a ViaQuatro ampliará sua concessão por mais 20 anos, até 2060. Quando entregues, as novas estações devem acrescentar cerca de 50 mil usuários por dia ao ramal e incluir um novo terminal de ônibus em Taboão da Serra.
✔️ Fonte Gazeta de Pinheiros
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