Para o BNDES, o desafio de ampliar os investimentos em mobilidade está relacionado à criação de condições regulatórias, jurídicas e financeiras que permitam tirar projetos do papel.
Para os operadores e gestores públicos, a questão é também operacional: qual infraestrutura permite que a frota elétrica cumpra sua jornada com disponibilidade e eficiência?
Não existe necessariamente uma única resposta.
A combinação entre carregamento convencional, carregamento de oportunidade e novas tecnologias de recarga poderá variar de acordo com cada cidade, rota e modelo de operação.
Para Avraham, a discussão precisa acontecer antes que as decisões de infraestrutura estejam completamente definidas.
“Quanto mais a eletrificação avançar, mais importante será avaliar diferentes modelos de infraestrutura de recarga, considerando as características de cada operação, dos corredores e da rede elétrica. A tecnologia precisa estar a serviço da operação, e não o contrário.”
A próxima etapa será definir como veículos, infraestrutura e energia serão integrados para sustentar essa transformação em escala.
Energia ao longo da operação. Mais tempo em movimento.






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