sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Garantia de dez anos para a bateria Blade marca nova ofensiva da BYD em ônibus elétricos

 Fabricante anunciará a novidade na Lat.Bus 2026 e busca reduzir uma das principais preocupações dos operadores: a vida útil e o custo de substituição do componente mais caro dos veículos elétricos

 


 

 

A chinesa BYD anunciará durante a Lat.Bus 2026, maior feira de ônibus da América Latina, que será realizada entre 11 e 13 de agosto, em São Paulo, a ampliação para dez anos da garantia da bateria Blade utilizada em sua nova geração de chassis elétricos para ônibus no Brasil. A medida busca reduzir uma das principais barreiras à adoção de veículos elétricos no transporte coletivo: a incerteza em relação à vida útil e ao custo de substituição do sistema de armazenamento de energia, o componente mais caro do veículo.

Segundo a fabricante, a bateria manterá pelo menos 80% da capacidade original ao longo do período de garantia. A cobertura será oferecida nos novos chassis de piso baixo BC10LF, BC12LF e BC22LF, que também passam a incorporar a arquitetura eletrônica integrada 6 em 1, desenvolvida para reduzir a quantidade de componentes, simplificar a manutenção e aumentar a disponibilidade das frotas.

A iniciativa faz parte da estratégia da companhia para ampliar sua participação no mercado brasileiro de ônibus elétricos, que começa a migrar de projetos-piloto para operações em maior escala. Em junho, a BYD entregou 265 ônibus elétricos para a cidade de São Paulo, na maior operação do tipo já realizada no país. Com isso, a empresa passou a operar cerca de 700 veículos elétricos no mercado brasileiro, dos quais aproximadamente 550 circulam na capital paulista.

"O objetivo é ampliar o protagonismo da companhia na transformação do transporte coletivo brasileiro. Queremos mostrar como a tecnologia pode responder aos principais desafios enfrentados pelo setor, como eficiência operacional, redução de emissões e sustentabilidade econômica", diz Bruno Paiva, diretor de Vendas de Ônibus e Caminhões da BYD Brasil, à Technibus.

A ampliação da garantia representa uma tentativa de atacar um dos fatores que mais influenciam a decisão de compra dos operadores. Embora os ônibus elétricos apresentem custos menores de manutenção e de energia ao longo da operação, a eventual substituição das baterias continua sendo uma das maiores preocupações das empresas de transporte.

"A ampliação da garantia busca reduzir uma das principais preocupações dos operadores de ônibus elétricos: a durabilidade e o custo de substituição do sistema de armazenamento de energia", afirma Paiva.

 

Integração de sistemas eletrônicos

Além da nova política de garantia, a fabricante apresentará a arquitetura 6 em 1, que integra diferentes sistemas eletrônicos do veículo em uma única plataforma. A solução reduz o número de módulos eletrônicos e conexões, simplificando a manutenção e aumentando a disponibilidade dos ônibus em operação.

Segundo a empresa, os novos BC10LF, BC12LF e BC22LF representam uma evolução da atual plataforma elétrica da fabricante.

Outro foco da participação da companhia na Lat.Bus será a oferta de um ecossistema completo para a eletrificação das frotas. Além dos chassis, a BYD exibirá carregadores rápidos BC12, de até 240 kW, e BC22, de até 360 kW, além de soluções de conectividade voltadas à gestão da operação.

"A eletrificação exige uma visão integrada. A BYD busca oferecer uma solução completa, que contempla tecnologia de baterias, sistemas de recarga e toda a experiência acumulada globalmente no desenvolvimento do transporte elétrico", afirma o executivo.

Na avaliação da empresa, o mercado brasileiro de ônibus elétricos entrou em uma nova etapa de maturidade. O debate sobre eletrificação, segundo a fabricante, deixa de se concentrar apenas na redução das emissões e passa a considerar indicadores como custo total de propriedade, previsibilidade de manutenção e disponibilidade operacional dos veículos.

A companhia também apresentará na feira o SkyRail, sistema de monotrilho elétrico desenvolvido pela empresa, reforçando a estratégia de atuar em diferentes modais de mobilidade urbana. Para acelerar a eletrificação do transporte coletivo, a BYD defende a ampliação das linhas de financiamento de longo prazo, investimentos em infraestrutura de recarga e maior integração entre fabricantes, operadores e empresas do setor elétrico.


 ✔️ Fonte  Techni Bus




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Emplacamentos de ônibus crescem 4,26% em julho, segundo a Fenabrave

 Na avaliação da entidades, a segunda fase do programa Move Brasil tem ajudado o mercado de ônibus que enfrenta dificuldades de recuperação ao longo do ano

 


 

Os emplacamentos de ônibus cresceram 4,26% em julho deste ano na comparação com o mês anterior, de acordo com os dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em relação a julho do ano passado, foi registrada a retração de 2,32%, enquanto no acumulado de janeiro a julho de 2026, houve uma queda de 7,04%.

Na avaliação da entidade, o segmento de ônibus tem demonstrado mais dificuldade de reação, entre os pesados, em função da falta de programas governamentais este ano. “No início do ano, o segmento chegou a registrar retração de quase 25% em relação a 2025. A diferença caiu de forma gradual e consistente a partir do segundo bimestre, com a implantação da segunda fase do Move Brasil, que incluiu R$2 bilhões em crédito para financiar ônibus”, analisa Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.

Para Arcelio Junior, apesar de as taxas de juros ainda estarem elevadas, os programas como Carro Sustentável e Move Brasil têm ajudado também nos resultados do segmento de pesados. “No caso de caminhões, ônibus e implementos rodoviários, o Programa Move Brasil estancou a queda que vínhamos observando, e os emplacamentos que estão por vir, derivados dos pedidos já realizados, podem melhorar ainda mais os números, reduzindo a queda mais acentuada que esperávamos para esses segmentos”, analisa o Presidente da Fenabrave.

 

 ✔️ Fonte  Techni Bus

Irizar enfatiza as qualidades do i6S Efficient na Lat.Bus 2026

 O i6S Efficient consolidou ainda mais a marca Irizar no segmento de ônibus rodoviários Premium na América Latina, com unidades em operação no Chile, Peru, Uruguai, América Central e Caribe

 



Com um portfólio focado em multitecnologia e eficiência, a Irizar estará na Lat.Bus 2026 destacando seu portfólio de produtos com alta tecnologia. O destaque do estande será o Irizar i6S Efficient, o ônibus mais eficiente da história da empresa. "A Lat.Bus 2026 é um marco muito importante para nós e iremos, mais uma vez, trazer muitos clientes de toda a América Latina. Queremos ressaltar como o Irizar i6S Efficient e nossas soluções de conectividade ajudam as empresas de transporte a reduzirem emissões e custos", diz Abimael Parejo, diretor comercial da Irizar Brasil. 


O Grupo Irizar oferece uma ampla gama de veículos e tecnologias: elétricos, híbridos, diesel, HVO e biogás natural (GNC e GNL). As opções atendem todos os segmentos do mercado, desde ônibus urbanos até ônibus suburbanos e de longa distância, para serviços regulares e alternativos. O i6S Efficient consolidou ainda mais a marca Irizar no segmento de ônibus rodoviários Premium na América Latina, com unidades em operação no Chile, Peru, Uruguai, América Central e Caribe. O Irizar i6S Efficient roda também em países da África e foi lançado em julho último na Austrália. 


"No Brasil, os operadores estão muito satisfeitos. Nosso produto entrega confiabilidade e qualidade, com baixo custo de manutenção e ótimos números de consumo", diz Parejo. "O mercado tem elogiado muito o conforto das nossas novas poltronas ergonomicamente projetadas e o nosso exclusivo sistema de climatização Hispacold, que garante o clima ideal e a renovação permanente do ar no salão de passageiros."


 Parejo enfatiza que o mercado brasileiro é considerado estratégico para o futuro crescimento da Irizar Brasil. "Temos muitos clientes no mercado externo, mas estamos desenvolvendo soluções de mobilidade que atendem aos requisitos do mercado brasileiro para ampliar nossa presença comercial no mercado nacional." Atualmente, cerca de 98% da produção da fábrica da Irizar em Botucatu (SP) é destinada à exportação, em especial para a Austrália, África, Chile, Peru e, recentemente, Argentina.

 



✔️ Fonte  Techni Bus

 




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BYD emplaca quase três em cada quatro ônibus elétricos no Brasil em julho

 no acumulado do ano, de janeiro a julho, a marca registrou 175 unidades emplacadas, assumindo a segunda colocação no segmento

 



Em julho, quase três em cada quatro ônibus elétricos emplacados no país foram da BYD. Segundo dados da Fenabrave, dos 89 veículos registrados no período, 66 foram da marca, o equivalente a 74,16% de participação. Poucas semanas antes, a BYD realizou a maior entrega de ônibus elétricos da história do Brasil, com 265 veículos destinados à cidade de São Paulo. Na avaliação da empresa, os dois marcos ajudam a contar uma transformação que vai além dos números e mostram que a eletrificação passa a integrar, de forma cada vez mais concreta, o planejamento da mobilidade urbana nas cidades brasileiras.

“Os números de julho mostram que a eletrificação do transporte coletivo entrou em uma nova fase no Brasil. Quando três em cada quatro ônibus elétricos emplacados no país são da BYD, vemos não apenas a força da companhia, mas a consolidação de um mercado que ganha escala, atrai investimentos e fortalece a indústria nacional”, afirma Marcello Schneider, diretor de Veículos Comerciais e Solar da BYD Brasil.

 

Os sinais de um mercado mais maduro
 

Os dados da Fenabrave ajudam a explicar essa evolução para além do recorte mensal. Se em julho a BYD liderou os emplacamentos de ônibus elétricos no Brasil, no acumulado do ano, de janeiro a julho, a marca também avançou de posição. Com 175 unidades emplacadas, a BYD ultrapassou a Mercedes-Benz e assumiu a segunda colocação no segmento, consolidando uma trajetória de crescimento. Esse resultado acompanha a ampliação gradual da mobilidade de emissão zero nas cidades brasileiras.

 “A eletrificação avança quando deixa de ser uma iniciativa pontual e passa a fazer parte do planejamento de longo prazo das cidades. Cada novo ônibus elétrico nas ruas significa menos emissões, menos ruído e mais qualidade de vida para a população. É essa transformação concreta que queremos acelerar no Brasil”, acrescenta Schneider. “Se junho mostrou que o Brasil tinha capacidade para acelerar a eletrificação do transporte coletivo, julho indicou que esse movimento está ganhando tração e consistência. A liderança da BYD no segmento, os dados da Fenabrave mostram que a mobilidade de emissão zero avança de forma cada vez mais estruturada e se consolida como parte da transformação do transporte público brasileiro”, finaliza o executivo.


✔️ Fonte  Techni Bus




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Experiência da cadeia automotiva é apontada como referência para a discussão de um plano nacional de transportes

 A sugestão foi apresentada durante os debates finais da 62ª ASPEN (Assembleia Permanente pela Eficiência Nacional), promovida nesta semana pelo Instituto BESC de Humanidades e Economia.

 


Uma proposta apresentada em tom de desafio durante a 62ª edição da ASPEN (Assembleia Permanente pela Eficiência Nacional) — encontro promovido pelo Instituto BESC de Humanidades e Economia em 4 de agosto, na fábrica da Greenbrier Maxion (GBMX), em Hortolândia (SP) — acrescentou um novo elemento à discussão sobre a necessidade de um plano nacional de transportes.

Na fase final dos trabalhos, aberta a perguntas e ao debate dos temas levantados pelos palestrantes, Renato Simenauer, coordenador da Coalizão da Cadeia Produtiva Automobilística, sugeriu ao principal conferencista do encontro, professor Paulo Resende, diretor do Núcleo de Infraestrutura, Supply Chain e Logística da Fundação Dom Cabral, que a instituição participasse da construção da proposta coletiva de um plano nacional de transportes baseada na experiência de articulação desenvolvida pela cadeia produtiva automobilística."

Esforço do setor automotivo

Ao apresentar a sugestão, Simenauer lembrou o trabalho da Coalizão da Cadeia Produtiva Automobilística, articulação multissetorial que reúne fabricantes de veículos, fornecedores de autopeças, concessionárias, implementadores rodoviários e entidades técnicas em torno de agendas comuns para o setor.

Ele explicou que, há cerca de 13 anos, organizações como Anfavea, Fenabrave, ANFIR, Instituto Aço Brasil, Fabus, Confederação Nacional do Transporte (CNT) e outras entidades passaram a atuar conjuntamente em defesa de um programa de renovação da frota de caminhões, iniciativa que resultou, segundo ele, em avanços institucionais e na edição de um decreto voltado ao tema da renovação da frota.

O desafio lançado por Simenauer consistia em reunir representantes da cadeia produtiva automobilística, do setor ferroviário e de outros modais para discutir, de forma conjunta, uma proposta de plano nacional de transportes que pudesse servir de referência para os próximos governos.

O papel governamental

Ao responder à provocação, Resende reafirmou a necessidade de um plano nacional de transportes concebido como política de Estado. Segundo ele, governos podem e devem estabelecer prioridades, mas essas escolhas precisam estar inseridas em um planejamento permanente capaz de avaliar seus impactos.

Apesar de acolher a sugestão e declarar que o "desafio estava aceito", Resende observou que planos de Estado são atribuição do poder público. Isso, ressaltou, não impede que a sociedade e o setor produtivo contribuam para a elaboração de referenciais técnicos capazes de subsidiar a tomada de decisões. Ele disse: "O papel do governo não é um papel unitário, sozinho. A sociedade e o setor produtivo têm que ser parte disso. Eu diria para você que têm que ser o ator principal e quem nós elegemos tem que nos ouvir."

Convergência de visões

Embora a proposta tenha surgido de forma espontânea durante o debate e não represente o lançamento de uma iniciativa institucional, a troca de ideias evidenciou uma convergência entre a reflexão acadêmica e a experiência do setor produtivo em torno de um tema recorrente da infraestrutura brasileira: a necessidade de um planejamento de longo prazo para os transportes.

Ao sugerir que o modelo de articulação construído pela cadeia produtiva automobilística possa inspirar uma futura discussão envolvendo diferentes modais, Simenauer trouxe ao debate uma possibilidade inspirada na experiência da cadeia produtiva automobilística, enquanto Paulo Resende sinalizou disposição para participar dessa construção, desde que ela respeite o papel institucional do poder público na formulação de uma política de Estado.


✔️ Fonte  Techni Bus




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Mascarello renova linha de micro-ônibus e lança Família Micro na Lat.Bus 2026

 Nova geração composta pelos modelos S2, S3 e S4 reforça a estratégia da fabricante de desenvolver soluções alinhadas às necessidades do transporte de passageiros, com avanços em design, conforto, tecnologia e engenharia


             Divulgação Mascarello

reduzindo tempo de reparo e custos operacionais.

Como item opcional, os veículos poderão ser equipados com sistema de retrovisores por câmera, ampliando o campo de visão do motorista e contribuindo para a segurança da operação.

A nova geração foi construída sobre um conceito estrutural de plataforma que padroniza componentes entre os diferentes modelos da linha, favorecendo processos produtivos, manutenção e disponibilidade dos veículos ao longo do ciclo de vida. Durante o desenvolvimento, a estrutura foi submetida a testes em condições reais e severas de operação para validação de desempenho e resistência.

Entre as soluções construtivas adotadas estão o teto híbrido, composto por alumínio e fibra, e componentes externos fabricados em DCPD. Além de contribuírem para a redução de peso sem comprometer a robustez estrutural e a qualidade do acabamento, esses materiais oferecem maior praticidade nos processos de reparo e substituição de componentes. Essa característica facilita as manutenções programadas e reduz o tempo de imobilização do veículo em casos de pequenas colisões, favorecendo a disponibilidade da frota e a continuidade da operação.

A Mascarello informa que a atualização de seu portfólio de micro-ônibus foi feita para atender diferentes perfis de clientes, operadores e aplicações, mantendo como princípio o desenvolvimento de soluções orientadas pelas necessidades do mercado e pela experiência de quem vive o transporte no dia a dia.

A nova Família Micro será apresentada ao público durante a Lat.Bus 2026, consolidando mais um passo na evolução do portfólio da Mascarello e reafirmando o compromisso da empresa com a inovação e o desenvolvimento da mobilidade.


✔️ Fonte  Techni Bus




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Cidade avança na eletrificação do transporte coletivo com dois anos de operação

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