quinta-feira, 9 de julho de 2020

Dez linhas terão seus pontos alterados no Term. Pq. D. Pedro II a partir de 13 de julho




A partir de  13 de julho, segunda-feira, dez linhas terão seus pontos alterados temporariamente durante obras no pavimento das plataformas 0 e 1 do Terminal Pq. D. Pedro II. As mudanças operacionais envolvem remanejamento de pontos nas plataformas, linhas com seu ponto final na parte externa do terminal e colocação de pontos móveis.

Confira as alterações:

Linha remanejada para ponto de passagem em frente ao terminal 

2175/10 Pq. Edu Chaves – Term. Pq. D. Pedro II
Ponto inicial: sem alteração
Ponto final: a linha irá operar em sistema circular com embarque / desembarque no ponto de passagem no Pq. D. Pedro II.
Sentido Único: normal até Viaduto Diário Popular, Pq. D. Pedro II (Av. do Exterior), prosseguindo normal.


Linha com ponto final na Avenida do Exterior, 782

9300/10 Term. Casa Verde – Term. Pq. D. Pedro II
Ponto inicial: s/alteração
Ponto final: Pq. D. Pedro II
Ida: normal até Pça. Fernando Costa, Pça. Ragueb Chohfi, Pq. D. Pedro II (Av. do Exterior, 782).

Volta: Pq. D. Pedro II (Av. do Exterior), prosseguindo normal.

Linha com parada exclusiva na Avenida do Exterior, 706

2104/10 Metrô Santana – Term. Pq. D. Pedro II
Ponto inicial: s/alteração
Ponto final: a linha irá operar em sistema Circular com ponto de parada exclusiva no Pq. D. Pedro II 
Sentido Único: normal até Rua da Cantareira, Pq. D. Pedro II (Av. do Exterior, 706), prosseguindo normal.

 

Linhas remanejadas para a extensão da Plataforma 0, com ponto móvel 

N204/11 Metrô Tucuruvi – Term. Pq. D. Pedro II
N203/11 Metrô Tucuruvi – Term. Pq. D. Pedro II
8615/10 Pq. da Lapa – Term. Pq. D. Pedro II
702U/10 Cid. Universitária – Term. Pq. D. Pedro II
909T/10 Term. Pinheiros – Term. Pq. D. Pedro II



Linhas remanejadas para a extensão da Plataforma 1, com ponto móvel 

N801/11 Metrô Butantã – Term. Pq. D. Pedro II
N601/11 Term. Grajaú – Term. Pq. D. Pedro II

 

A previsão de término dos trabalhos é até o fim do mês de julho. A comunicação para o público está sendo feita através de Jornal do Ônibus especial, banners nos pontos atuais das linhas no terminal, Informativo no site da SPTrans (www.sptrans.com.br). 

Durante as obras, em casos de dúvidas, os passageiros podem procurar um dos técnicos no terminal para saber o local de embarque de sua linha.

Fluxo de carros no DF já é 90% do registrado antes da pandemia




Durante o período de isolamento social, devido à pandemia da covid-19, iniciado no começo de março, as ruas da capital ficaram vazias. Com a retomada de grande parte das atividades comerciais no Distrito Federal, incluindo academias e salões de beleza, a expectativa é que o fluxo de pessoas aumente gradualmente. Problemas crônicos, que o brasiliense enfrentava antes das medidas de distanciamento, como superlotação no transporte público e trânsito intenso, voltaram a aparecer.

A diarista Maria Auxiliadora, 60 anos, parou de trabalhar por 40 dias, mas voltou em abril. Ela conta que, na ocasião, o transporte que pegava para Taguatinga estava mais vazio, no entanto, o cenário mudou. “Fico com medo, porque, na minha família, teve duas pessoas com a doença. E, acho que elas pegaram no coletivo”, revela a moradora de Valparaíso de Goiás. Para o motorista de ônibus Roberto Luiz, 37 anos, o aumento de passageiros ficou evidente, após a reabertura do comércio. “Agora, está ficando mais cheio, porque está voltando tudo. Mas, as pessoas não estão respeitando (as medidas). Mesmo as empresas querendo ajudar, a população não respeita. Você fala: ‘Precisa manter a máscara’, e as pessoas, muitas vezes, entram comendo no ônibus, então, fica complicado”, desabafa.

As normas de utilização de ônibus estabelecidas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob) determinam que os passageiros podem embarcar nos coletivos apenas se estiveram usando máscaras e não podem ficar em pé nos veículos. Ficou estabelecido, também, o uso de máscaras e álcool em gel pelos motoristas e cobradores, a higienização dos veículos a cada parada nos terminais e antes do início de cada viagem — que devem ser realizadas, sempre, com as janelas abertas. No metrô, as medidas de proteção são semelhantes. Além da testagem dos funcionários e limpeza reforçada, é distribuído álcool em gel para os servidores e foi estabelecida a fiscalização e a orientação sobre o uso da máscara aos passageiros.

Riscos

A aglomeração de pessoas em um espaço fechado, contudo, é inevitável, quando o transporte enche. “Os ônibus ficaram mais vazios com a norma de andar apenas com a lotação de banco, mas, algumas vezes, vão cheios. Volta e meia vai lotado”, admite o cobrador Jorge Carmo. 

De acordo com a Semob, a quantidade de passageiros no transporte público vem aumentado, mas, ainda, não se compara ao movimento dos anos anteriores. Atualmente, são cerca de 490 mil viagens diárias feitas nos ônibus, menos da metade da taxa anterior ao isolamento social, quando, a média, era de 1,3 milhão de acessos, por dia. O menor índice registrado foi em abril, com 380 mil viagens diariamente. Em junho deste ano, o total de acessos no mês foi de 12.052.000. No mesmo período do ano passado, houve 27.314.577 viagens. Segundo a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô/DF), o serviço atende, neste momento de pandemia, entre 50 e 55 mil passageiros a cada dia. Antes da crise sanitária, eram cerca de 170 mil usuários diários.

A experiência da moradora do Riacho Fundo 1 Aldecina da Silva, 36 anos, no entanto, descreve outra realidade. Após ficar dois meses afastada do trabalho, na Asa Norte, a vendedora voltou às atividades no último dia 27 e notou grande diferença na quantidade de pessoas nos coletivos. “Tenho (medo), porque está cheio. Não tem espaço entre os passageiros para entrar no ônibus. Um passageiro fica colado na gente e outros, em pé, ficam conversando em cima. As pessoas usam máscara, mas não usam o álcool em gel antes de entrar e após sair do ônibus”, reclama.

Para o engenheiro civil Pastor Willy Gonzales Taco, coordenador do Centro Interdisciplinar de Estudos em Transportes (Ceftru) da Universidade de Brasília (UnB), as medidas tomadas pelo GDF não garantem a segurança dos passageiros. “É seguro, apenas, do ponto de vista teórico, mas, na prática, as pessoas não mantêm o distanciamento nas paradas e nos terminais. Para manter (o distanciamento) dentro dos ônibus, teríamos que ter quase o triplo da frota circulante, mas não temos condições para isso.” Ele pontua que outras medidas poderiam ser tomadas, como a medição de temperatura dos passageiros nos terminais, distribuição de álcool em gel para os usuários dos transportes e isolamento do motorista e cobradores, que ficam expostos ao público em geral. Gonzales alerta, ainda, para a necessidade de monitoramento das linhas que operam  nas regiões com maior incidência de casos da covid-19. “Esse levantamento é fundamental para fornecer maior oferta de transporte nessas áreas. Com isso, seria possível diminuir os números de infecções”, argumenta.  

Trânsito

Além dos relatos de transportes públicos cheios, o trânsito começa a dar sinais de estrangulamento, após reabertura de grande parte das atividades não essenciais. A BR 0-40 registrou engarrafamento, na manhã de ontem, na altura do viaduto de Santa Maria, próximo ao condomínio Santos Dumont. Outras vias movimentadas, como Estrada Parque Taguatinga (EPTG), Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) e Estrada Parque Industria e Abastecimento (Epia) e Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) tiveram trânsito intenso de veículos.

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER/DF) tem monitorado, diariamente, a EPTG, a EPIA e a Estrutural, desde o início da pandemia. De acordo com a pasta, ontem, o tráfego médio diário (TMD) alcançou a taxa de 90% de normalização, com 106 mil veículos transitando pela EPTG e pela Estrutural, e 90 mil pela Epia. Na semana passada, o índice era de 80%. Antes das medidas impostas pela pandemia do novo coronavírus, de 120 mil a 100 mil automóveis circulavam por essas vias. O menor volume de veículos nas rodovias distritais foi registrado entre março e abril, com diminuição de 45% do TMD. 

Ônibus no Entorno

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o Ministério Público de Goiás (MP-GO) expediram recomendação às empresas de transporte público que atuam no Entorno para não paralisar o serviço nem diminuir o número de ônibus em horários de pico. Caso tenha ocorrido alguma redução, a circulação deve ser restabelecida, imediatamente. “Trata-se de uma ação interinstitucional que abrange mais de um milhão de pessoas no Entorno do DF que utilizam o transporte público”, destacou o procurador de Justiça Eduardo Sabo, coordenador da força-tarefa do MPDFT. A diminuição da frota em operação pode ocorrer, apenas, se houver comprovação de que a demanda ficou abaixou da metade da capacidade máxima dos veículos.

Trens da Supervia podem parar de circular em agosto




Após uma redução acumulada de 31 milhões de passageiros e um rombo de R$ 102 milhões na arrecadação desde março, a companhia de transporte ferroviário do Rio de Janeiro, Supervia, alerta agora para um risco de paralisação das operações em meados de agosto. Segundo o presidente da empresa, Antonio Carlos Sanches, diversas medidas já foram tomadas para tentar equacionar as contas, mas se nenhum aporte financeiro for realizado pelo governo estadual ou federal o colapso será "inevitável" e todos os ramais seriam interrompidos.

"O risco de paralisação existe, não temos condições de operar sem o caixa em dia. São R$ 102 milhões de perdas, que podem chegar em R$ 285 milhões até o fim do ano. Sem ajuda, a empresa entra em colapso financeiro e não consegue pagar os funcionários, a energia e a manutenção dos trens", destacou Sanches.

Antes das medidas de isolamento social no estado por conta do novo coronavírus, a SuperVia transportava cerca de 600 mil passageiros por dia útil. Nos últimos meses, a queda média foi de 65%. Ou seja, menos 400 mil pessoas nos trens do Rio diariamente.

"Mesmo com a flexibilização nos últimos dias, só tivemos um aumento de 5% no número de passageiros diários. Estamos com uma perda mensal de R$ 30 milhões", lamentou Sanches. 

"Precisamos de um socorro imediato de R$ 100 milhões até o mês de agosto. Para isso, estamos conversando com o governo estadual, BDNES e também com os ministérios da Economia, da Casa Civil e do Desenvolvimento Regional. Todos estão sabendo da situação. A maior questão é o tempo, não podemos ter uma solução para novembro, dezembro. Se tiver um colapso, isso vai atingir toda a SuperVia, não vai dar para reduzir a operação", explicou o presidente da concessionária.

Antonio Carlos Sanches acredita, entretanto, que a situação será resolvida antes de uma paralisação. "Tenho convicção que as negociações vão evoluir e teremos uma solução para que a coisa não chegue a esse ponto. Mas é importante alertar que não é só um problema do Rio, mas do transporte público de todo país. São empresas privadas que precisam de apoio", disse.

Secretário estadual de Transportes do Rio negocia com a União uma Medida Provisória

Para o secretário estadual de Transportes do Rio, Delmo Pinho, a questão é ainda mais grave do que parece, pois se trata de uma crise em todo o sistema de mobilidade urbana fluminense. Pinho tenta, assim, negociar com a União uma Medida Provisória (MP) com um socorro federal à Supervia, MetrôRio, CCR Barcas e às concessionárias de ônibus intermunicipais.

"Não se trata de salvar um, temos que viabilizar o conjunto. Essa é a maior crise no setor dos últimos 50 anos e a retomada da economia ficará comprometida se não houver transporte público operando. Estou, junto aos secretários de São Paulo, Minas Gerais e Pernambuco, tentando uma parceria com o governo federal. Não é apenas uma ajuda econômica, queremos aproveitar o momento para uma reestruturação, para um transporte público com mais eficiência, transparência e redução dos preços das passagens", afirmou ele.

Simultaneamente, o governo estadual verifica possíveis dívidas com as concessionárias de transporte. Se confirmados, os valores poderiam ser repassados às empresas, o que daria um fôlego enquanto uma ajuda federal não chega. "Mas sabemos que isso não será suficiente e depende de um trâmite junto a Alerj, Tribunal de Contas e Ministério Público", ponderou Pinho.

Procurados, os Ministérios da Economia, da Casa Civil e do Desenvolvimento Regional não responderam as solicitações da reportagem.

Locais onde moradores dependem do transporte público têm mais covid-19




Um estudo do Instituto Pólis concluiu que a covid-19 tem se propagado com maior intensidade em regiões da capital paulista onde os moradores dependem mais de transporte público para trabalhar. A pesquisa foi elaborada em parceria com o Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade), vinculado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP).

Para realizar a análise, os especialistas reuniram dados da SPTrans sobre a circulação de ônibus municipais; da Pesquisa Origem Destino de 2017, da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô de São Paulo); e registros do DataSUS, vinculado ao Ministério da Saúde. 

Do sistema DataSUS foram extraídas informações que documentaram, até 18 de maio, hospitalizações de pacientes com a covid-19 e Síndrome Respiratória Aguda e Grave (SRAG) não identificada e óbitos pós-internação. 

A associação dos indicadores permitiu aos pesquisadores mapear os pontos do município que apresentam maior número de internações. Na lista, destacam-se bairros como Capão Redondo, Cidade Ademar e Jardim Ângela, na zona sul; Brasilândia e Cachoeirinha, na zona norte; e Sapopemba, Cidade Tiradentes, Itaquera e Iguatemi, na zona leste.

Para o levantamento, foram consideradas somente pessoas que utilizam o transporte público para trabalhar, que não têm diploma universitário e que ocupam cargos não executivos. Tais critérios foram adotados porque se partiu do pressuposto de que, em geral, pessoas com nível superior, que trabalham por conta própria, ou seja, são profissionais liberais, ou que ocupam cargos executivos, aderiram ao home office, não precisando se deslocar até o local de trabalho.

Os pesquisadores observaram que, apesar de terem associado às taxas de infecção e mortalidade a de adesão ao transporte público, não se pode afirmar com certeza que o contágio ocorreu dentro dos veículos. Contudo, admitem, que é possível dizer que as pessoas mais expostas à doença têm sido as que precisam furar a quarentena para trabalhar.

"Se o maior número de óbitos está nos territórios que tiveram mais pessoas saindo para trabalhar durante o período de isolamento, temos que pensar tanto em políticas que as protejam em seus percursos, como ampliar o direito ao isolamento para as pessoas que não estão envolvidas com serviços essenciais mas precisam trabalhar para garantir seu sustento”, analisam.

O Instituto Pólis é uma organização não governamental voltado à produção de conhecimento sobre a cidade e a cidadania.

Idec cobra aprovação de lei que deve evitar lotação no transporte público na pandemia




O Idec, ONG de Defesa do Consumidor, enviou a todos os senadores um posicionamento em que cobra celeridade na tramitação e aprovação do Projeto de Lei (PL) 2025/20, que estabelece o Programa Emergencial do Transporte Social e pode dar auxílio financeiro ao setor de transporte coletivo por ônibus nos municípios durante a pandemia. 

O projeto, elaborado por entidades e associações do setor de transportes, estabelece auxílio financeiro estimado entre R$ 2,5 bilhões e R$ 6 bilhões para os municípios manterem o serviço de transporte coletivo funcionando, com instrumentos que garantem a oferta do serviço buscando a redução da lotação dos transportes. 

O Idec entende que o projeto é necessário e tem pontos positivos, como a remuneração às empresas baseado nos custos necessários para manter o serviço sem lotação, e  apresentou propostas de melhoria como ampliação na transparência dos cálculos, valores e pagamentos realizados, bem como a importância das cidades elaborarem planos de mobilidade que estimulem a prioridade ao transporte coletivo, aos modos ativos e à redução da emissão de poluentes.

“O momento é de urgência por conta da pandemia, mas esperamos que medidas como essa, com potencial de gerar um impacto positivo nos transportes coletivos das cidades, sirvam como um bom exemplo para que no futuro a gente crie instrumentos de financiamento do transporte mais completos e organizados, garantindo a qualidade do transporte coletivo nas cidades, a transparência dos custos, a redução das lotações e a garantia dos direitos dos usuários de forma contínua”, afirma Rafael Calabria, coordenador do programa de Mobilidade Urbana do Idec.

O PL, de autoria do senador Marcos Rogério (RO), foi apresentado no Senado e teve sua leitura em plenário no fim de abril e aguarda seguimento em sua tramitação. “O transporte coletivo é um direito da população e mesmo em uma situação de emergência sua qualidade não pode ser prejudicada. Esse projeto pode ajudar neste sentido, mas é importante que seja aprovado logo”, completa Calabria. 

Metrô do RJ só tem caixa para operar por mais 2 meses




O Metrô do Rio de Janeiro, operado pela Invepar, tem caixa para funcionar apenas até agosto. Depois disso, o sistema corre risco de entrar em colapso, caso não haja qualquer medida de apoio emergencial, afirma o presidente da concessionária MetrôRio, Guilherme Ramalho.

Desde o início da pandemia no país, o movimento de passageiros transportados no sistema caiu cerca de 80%. Em junho, com a volta de algumas atividades, houve uma melhora, mas o fluxo continuou 73% menor que no mesmo mês de 2019.

Para a MetrôRio, que opera toda a rede de metrô da capital fluminense, essa queda significa um prejuízo mensal de R$ 35 milhões. Até agora, o rombo já chega a R$ 130 milhões, e pode dobrar até o fim deste ano. Para efeitos de comparação, em 2019 a receita bruta da concessionária foi de R$ 837 milhões.

Um dos maiores problemas é que, ao contrário de outros setores afetados pela crise, os custos da operação são praticamente fixos, explica Ramalho.

“Em mobilidade urbana, a viabilidade do negócio depende de aglomeração. Outros setores de transportes, também muito afetados, têm a opção de deixar o ônibus na garagem, o avião no chão. No nosso segmento, o custo é muito rígido, o gasto é praticamente o mesmo para operar o trem vazio ou cheio”, disse o executivo, em conversa com o Valor.

Também diferentemente de outros setores impactados, a operação de trens urbanos é regulada por governos estaduais, e não pela União. No caso do Rio de Janeiro, isso significa um desafio, devido à situação crítica do estado.

Em maio, o governador Wilson Witzel chegou a enviar à Assembleia Legislativa (Alerj) uma proposta de socorro às concessionárias, mas o projeto não avançou.

Hoje, o próprio governo estadual fluminense reconhece suas limitações em apoiar o setor e tem negociado com a União uma Medida Provisória (MP) com um socorro federal às concessionárias de mobilidade urbana, segundo o secretário estadual de Transportes, Delmo Pinho.

“Estamos procurando tratar isso com o Ministério da Economia, que tem a chave do cofre. Nossa proposta é que esse pacote traga recursos para apoiar o setor por seis meses”, disse o secretário. Em troca, o estado irá se comprometer com a ampliação do controle e da transparência sobre os dados de movimentação de passageiros no sistema.

Procurado, o ministério não se manifestou sobre o tema.

Para Ramalho, da MetrôRio, é necessário que o pacote de apoio garanta ao menos o repasse de uma quantia mensal suficiente para cobrir os gastos mínimos do sistema. Hoje, a concessionária tem caixa para mais um ou dois meses de operação.

Esses pagamentos seriam uma forma de garantir o funcionamento do metrô e de antecipar uma compensação que já é prevista no contrato - hoje, já é consenso que a pandemia se enquadra na categoria de evento de força maior, o que dá direito a uma compensação às empresas.

“Ainda vamos ingressar com o pedido de reequilíbrio econômico-financeiro. Mas não há como esperar. Esses pleitos costumam demorar um, dois anos. Estamos vivendo uma situação imprevisível, não dá para aplicar os remédios tradicionais. Precisamos de um auxílio emergencial”, diz ele.

Outra opção seria uma linha de crédito para capital de giro, embora contrair novos empréstimos em meio à crise não seja uma saída ideal, segundo o executivo.

A situação das concessionárias tem sido acompanhada de perto pelo governo federal e pelo BNDES, mas não há hoje discussões para abrir uma linha de crédito para o setor, diz uma fonte envolvida nas negociações, que preferiu não se identificar. A avaliação é que não caberia ao banco de fomento, sozinho, buscar uma solução. Para isso, poderia ser feita uma composição com outros bancos, mas um acordo do gênero não está em discussão.

Enquanto as medidas não saem, a MetrôRio tenta ao máximo preservar seu caixa. Até agora, a concessionária já renegociou com praticamente todos seus fornecedores, aderiu à suspensão temporária de pagamentos de dívidas com o BNDES e fez uma repactuação com debenturistas para adiar amortizações.

As renegociações, porém, resolvem apenas o problema de curto prazo. Ramalho avalia que é cedo para discutir o futuro pós-pandemia, mas já prevê que será necessário uma reestruturação de suas dívidas, uma repactuação do contrato e, talvez, do próprio modelo de negócios da concessão do Metrô no Rio de Janeiro - que, diferentemente das redes em São Paulo, não tem subsídio público e é custeado apenas pela tarifa paga pelos usuários.

“Vai ser necessário um debate transparente da sociedade sobre como manter viável esse serviço essencial. Em segundo momento, a crise vai ser um convite a repactuação do setor de forma mais ampla”, avalia.

Agendamento para serviços relacionados ao Bilhete Único pode ser realizado pela Central 156

Atendimento no Posto Central e na Subprefeitura Itaquera exige agendamento prévio




A partir de agora, o munícipe pode agendar alguns serviços relacionados ao Bilhete Único pela Central 156. Os serviços disponíveis para agendamento são os mesmos disponibilizados desde o dia 15 de junho pela SPTrans por meio do site http://www.sptrans.com.br/atendimento.

Além do Posto Central, os munícipes também podem agendar serviços para atendimento na Subprefeitura Itaquera. O atendimento nestes locais segue as normas para o funcionamento do comércio e serviços estabelecidos pela Prefeitura por meio do Decreto 59.473 de 29 de maio, que regulamenta o procedimento, condições e diretrizes para a retomada de atividades, em conformidade com a determinação do Governo Estadual.

O agendamento prévio é indispensável para o atendimento nestes postos. Os serviços disponibilizados neste momento são aqueles essenciais, cujo comparecimento é indispensável; visam  atender os munícipes que precisem retirar pessoalmente o cartão do Bilhete Único ou  formulário e ficha avaliação médica, por exemplo.

Segue a relação de serviços disponíveis para agendamento de atendimento no Posto Central:

·  Retirada de Bilhete Único Especial - PCD/Idoso, excepcionalmente para quem não recebeu o cartão pelo Correio ou em caso de extravio.

·  Retirada de Formulário Médico PCD (para quem não conseguiu imprimir após se cadastrar no site 
http://www.sptrans.com.br/deficiente/deficiente/)

·  Retirada de Ficha de Avaliação Médica - Serviço Atende+ (para quem não conseguiu imprimir o arquivo disponível no link 
http://www.sptrans.com.br/media/1391/fam.pdf)

·  Alteração de Programação de Viagem

·  Justificativa de falta de Serviço Atende+ (outras opções: carta, e-mail e site (
http://www.sptrans.com.br/atende/)

·  Inscrição do Serviço Atende+

·  Devolução dos créditos temporais (mensais) mediante emissão de novo cartão devido à suspensão da utilização dos créditos durante a pandemia.


Relação de serviços disponíveis para agendamento de atendimento na Subprefeitura Itaquera:

·  Retirada de Formulário Médico PCD (para quem não conseguiu imprimir após se cadastrar no site 
http://www.sptrans.com.br/deficiente/deficiente/)

·  Retirada de Ficha de Avaliação Médica - Serviço Atende+ (para quem não conseguiu imprimir o arquivo disponível no link 
http://www.sptrans.com.br/media/1391/fam.pdf)

·  Alteração de Programação de Viagem

·  Justificativa de falta de Serviço Atende+ (outras opções: carta, e-mail e site (
http://www.sptrans.com.br/atende/)

·  Inscrição do Serviço Atende+

Os munícipes com atendimento agendado devem comparecer ao Posto Central ou à Subprefeitura Itaquera com 10 minutos de antecedência e utilizando, obrigatoriamente, máscaras de proteção. Vale ressaltar que a SPTrans mantém os canais de atendimento on-line e os serviços realizados remotamente por meio dos canais 
www.sptrans.com.br/atendimento e pelo e-mail: atendimento.idoso@sptrans.com.br (exclusivo para idoso).

Serviço

Posto Central, Rua Boa Vista, 274, Centro.

Subprefeitura Itaquera, R. Augusto Carlos Bauman, 851, Itaquera.

Agendamento: por meio da Central 156 ou pelo canal 
www.sptrans.com.br/atendimento. Consulte mais informações em http://www.sptrans.com.br/noticias/sptrans-inicia-agendamento-para-servicos-relacionados-ao-bilhete-unico/.    
 

Confira o passo a passo para realizar o agendamento para o Posto Central e para a Subprefeitura Itaquera por meio da Central 156:

Para agendamentos relacionados a Bilhete de Idoso ou PCD: o cidadão deve discar, no ambiente eletrônico, as opções 1, para transporte, 2, para Bilhete Único, e 2, para bilhete para Pessoa com deficiência (PCD) ou Idoso.

Para agendamentos relacionados ao Atende: o cidadão deve discar as opções 1, para transporte, 1, para Serviço Atende, e 3, para serviços relacionados ao Atende+.
 

Pelo site da SPTrans:

1 - Acessar o site 
www.sptrans.com.br/atendimento;

2 - Caso seja o primeiro acesso, clicar em "Cadastre-se";

3 - Preencher todos os campos com as informações solicitadas e clicar em "Cadastrar";

4 - Após finalizar o cadastro, irá surgir nova tela, onde o solicitante poderá realizar o atendimento, clicando em "+Novo Atendimento";

5 - Selecionar o tipo de Bilhete Único;

6 - Selecionar o tipo de serviço, entre os que estão disponibilizados na lista;

7 - Os serviços que não apresentarem a descrição "Agendamento" somente serão realizados através do atendimento on-line;

8 - Os serviços que apresentarem a descrição "Agendamento", após o preenchimento de todas as informações solicitadas, permitirá escolher as

datas e horários para o comparecimento ao Posto Central;

9 - Ao final do agendamento, o solicitante receberá um e-mail confirmando o serviço, a data e hora agendada para o atendimento;

10 - Após a análise da solicitação do agendamento pela SPTrans, o serviço agendado poderá ser confirmado ou não, com o solicitante recebendo pelo e-mail cadastrado todas as informações referentes ao agendamento solicitado;

11 - O solicitante deverá apresentar os documentos originais na data agendada, caso tenha sido solicitado durante o agendamento do serviço.


Vissta Buss 365 NB1 eleva a experiência de viagem da GL Turismo no Uruguai

Configuração alia bem-estar a bordo e recursos pensados para viagens de turismo             Conforto em longos percursos, tecnologia a bordo...