quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Quatro linhas terão alterações de itinerários neste sábado durante evento na Freguesia do Ó



A SPTrans informa que neste sábado, 31 de agosto, quatro linhas terão alterações em seus itinerários das 13h às 21h, durante a Festa de 439 anos de Aniversário da Freguesia do Ó, que será realizada no Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, entre as ruas Anastácio de Souza e Coronel Tristão, na Zona Norte.


                         Foto: Sidnei Santos


Confira as mudanças:

8199/10 Pirituba – Cem. VL. Nova Cachoeirinha
Ida: normal até Av. Paula Ferreira, Rua da Bica, Av. Itaberaba, prosseguindo normal.
Volta: sem alteração.

139A/10 VL. Iório – Lapa
847P/42 Brasilândia – Vila Olímpia
178T/10 Metrô Santana – Ceasa
Ida: sem alteração.
Volta: normal até Av. Paula Ferreira, Rua da Bica, Av. Itaberaba, prosseguindo normal.




Para informações sobre itinerários ligue 156.

Linha 8004/10 Santa Mônica – Term. Lapa terá mudança no itinerário a partir deste sábado, dia 31



A SPTrans informa que alterará o itinerário da linha 8004/10 Santa Mônica – Term. Lapa a partir deste sábado, dia 31, para melhorar a circulação dos ônibus.


                           Foto: Mayara Vieira



Confira o novo itinerário:


8004/10 Santa Mônica – Term. Lapa
Ida:
 sem alteração.
Volta: normal até a Rua Jurubim, Rua Itamogi, Rua Daniel Pereira de Andrade, Rua Maria Lúcia Duarte, Av. Santa Mônica, prosseguindo normal.



Para informações sobre itinerários ligue 156.

Decisão sobre falência da Avianca Brasil é adiada por suspeita de manipulação de votos



O desembargador Sérgio Shimura prorrogou nesta terça-feira (27) a decisão que decidirá o futuro da Avianca Brasil: falência ou continuidade da recuperação judicial.





A decisão faz parte do processo de recuperação judicial da aérea. As discussões sobre a possibilidade de a Avianca Brasil declare falência retornarão no dia 10 de setembro, no Tribunal de Justiça de São Paulo.
Na sessão anterior, no dia 29 de julho, os desembargadores votaram, por três votos favoráveis e um contrário, pelo cancelamento do plano de recuperação judicial da companhia. Assim, a empresa deveria declarar falência.
No entanto, na retomada da audiência, que ocorreu nesta terça-feira, Shimura, que já havia votado para a falência da companhia, optou por reavaliar seu voto. Além de adiar a decisão, o desembargador afirmou que quer apurar uma possível manipulação de votos.

OPERAÇÃO LAVA JATO



Ex-diretor do Metrô denuncia esquema de propina nas gestões Alckmin e Serra




Ex-diretor do Metrô, Sérgio Correa Brasil disse, em acordo de delação à Operação Lava Jato em São Paulo, que houve esquema de corrupção envolvendo o Metrô paulista por mais de uma década, a partir de 2004, período que abarca gestões de Geraldo Alckmin (PSDB) e José Serra (PSDB). Brasil citou que o esquema beneficiou de políticos a membros do TCE (Tribunal de Contas do Estado). Entre eles, cita o atual vice-governador paulista, Rodrigo Garcia (DEM).
A informação foi divulgada hoje pela TV Globo. Essa é a primeira vez que um ex-funcionário do alto escalão Metrô colabora com o MPF (Ministério Público Federal) em investigações.

O esquema envolve as linhas 2-verde, 5-lilás e 6-laranja. Esta última ainda está em construção.
As empreiteiras envolvidas são Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa.
O ex-diretor diz que recebeu R$ 1,5 milhão por conta dos esquemas. No acordo, ele se comprometeu a devolver ao menos R$ 6 milhões.
À TV Globo, o Palácio dos Bandeirantes disse que a acusação contra Garcia não tem fundamento e que o STF (Supremo Tribunal Federal) já absolveu o político em casos ligados ao Metrô.
No começo do mês, a Justiça Federal de São Paulo recebeu denúncia e tornou Brasil e outras 13 pessoas rés por esquemas de corrupção no Metrô paulista. O processo tramita na 3ª Vara Federal paulista.
Segundo o MPF, Brasil teria participado de 23 episódios de corrupção passiva enquanto exerceu suas funções no Metrô, tendo exigido vantagens em troca de facilidades ofertadas às maiores construtoras do país nos episódios da ampliação das linhas 2 e 5 e na montagem da parceria público-privada que resultou no projeto da linha 6.
Além da colaboração do próprio executivo, os fatos são confirmados pelas delações da Odebrecht e de outras construtoras e por dados oficiais repassados pela companhia, diz a Lava Jato.

Construtora Queiroz Galvão oferece menor valor em proposta de implantação do VLT




Oferta está ligada a construção do trecho da Estação Conselheiro Nébias ao Valongo, no Centro Histórico








Seis meses após a apresentação das propostas, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) divulgou a classificação das empreiteiras para a 2ª fase do Veículo Leves sobre Trilhos (VLT), em Santos. A construtora Queiroz Galvão ofertou o menor valor para a implantação do traçado no trecho da Estação Conselheiro Nébias ao Valongo, no Centro Histórico.  
A definição da empresa responsável pelas obras ainda depende de demais etapas previstas no edital – segundo a EMTU, foi aberto prazo de cinco dias úteis para eventuais recursos. 
Para tirar os oito quilômetros da 2ª fase do papel, a empresa apresentou orçamento de R$ 217,7 milhões. Em 2º lugar, ficou o Consórcio TTE, com orçamento de R$ 233,8 milhões

Sete consórcios e três empresas estão na disputa. A previsão era que os trabalhos começassem neste semestre. A Queiroz Galvão foi responsável pelas obras dos 11,5 quilômetros da 1ª fase do VLT, ligando o Terminal Barreiros, em São Vicente, à Estação Porto, em Santos. 
Importância 
A 2ª fase do VLT é vista como estratégica pela Prefeitura de Santos a fim de revitalizar a região central da Cidade e aumentar o volume de passageiros transportados. Hoje. mais de 35 mil pessoas utilizam o modal nos dias úteis entre São Vicente e Santos.  

A nova etapa prevê 8,2 quilômetros de extensão do modal e a construção de 14 estações. 


Estreia na Ponte: o que disse o comandante antes de decolar o voo ‘AZUL 1’








O voo ‘AZUL 1’ decolou de Congonhas na manhã desta quinta (29), colocando a Azul, oficialmente, na Ponte Aérea. A recepção aos passageiros contou com música ao vivo e um brinde comandado pelo presidente da companhia aérea, John Rodgerson, que destacou que não vai dar moleza para suas concorrentes na rota mais tradicional do país.
Os voos serão operados inicialmente por jatos Embraer E195 com 118 assentos, mas a previsão é de que no futuro sejam com o Airbus A320neo com 174 assentos. Entre 29 de agosto e 21 de setembro a Azul será a única empresa a operar na ponte devido a obras na pista principal do Santos Dumont.



Esse voo inaugural é o primeiro dos 34 que a Azul fará hoje na rota – todos lotados – e foi comandado pelos oficiais Ícaro e Fábio. Antes da decolagem, o comandante deixou uma mensagem especial aos passageiros, onde não destacou apenas a entrada da Azul na Ponte, mas também o fato de ser a única empresa aérea a operar por tanto tempo com uma aeronave projetada e produzida no Brasil e colocá-la para voar numa das rotas mais movimentadas do mundo.


Líder nos voos regionais, Azul estreia na ponte Rio-São Paulo



Companhia vai oferecer 32 voos entre as duas cidades por dia, com o objetivo de conectar as capitais aos seus destinos no interior




Durante 11 anos, a Azul se orgulhou de fazer das rotas aéreas pelo interior do Brasil um negócio forte e rentável como nenhuma outra companhia havia conseguido antes. Mas considera a entrada na ponte aérea Rio-São Paulo, ligando os aeroportos Santos Dumont e Congonhas, o ponto mais alto de sua história.
Decolou hoje às 7h30 do aeroporto paulistano o primeiro voo da Azul na linha mais lucrativa do país – e quarta do mundo. Com festa no saguão, músicos tocando MPB ao vivo (“Azul”, de Djavan) e funcionários pulando e dançando, o presidente da empresa, John Rodgerson, discursou.
“Chegamos. Estamos muito felizes. O aumento da concorrência é ótimo para o consumidor e para os aeroviários. Os preços das passagens vão cair e o duopólio que atuava na ponte aérea vai ser obrigado a melhorar a qualidade do serviço”, disse Rodgerson.
Ele se referia à Gol e à Latam, as duas líderes do mercado doméstico, que dominavam essa rota, com respectivamente 236 e 234 slots (espaços para pouso e decolagem) em Congonhas.

A oportunidade para a Azul entrar na ponte aérea surgiu quando a Avianca Brasil, a quarta maior do país, que detinha 40 slots em Congonhas, pediu recuperação judicial, em dezembro. A Azul tentou comprar diretamente da Avianca os seus ativos, incluindo os slots, mas não chegou a um acordo com os credores.
Os slots chegaram a ser arrematados pela Gol e pela Latam no leilão de ativos que o processo de recuperação judicial exige, mas a venda foi desconsiderada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), porque os slots são licenças dadas pelo governo e não bens da empresa.
Na redistribuição dos slots que estavam vagos em Congonhas, em julho, a Azul ficou com 15. A Passaredo, que tem sede em Ribeirão Preto, conseguiu 14 e a MAP, Amazonas, obteve 20.
Nessa reorganização, a Azul ainda deu uma grande sorte. A pista principal do Santos Dumont está fechada para reforma a partir desta quinta-feira, dia 29, até 20 de setembro. A Gol e a Azul eram as únicas a ter aviões do tamanho permitido para usar a pista auxiliar do aeroporto fluminense.
Como a Gol decidiu desviar todos os seus voos para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, a Azul vai ficar sozinha durante esse período voando entre Congonhas e o Santos Dumont.
A empresa aposta que, nesse período, vai conseguir conquistar clientes que nunca voaram pela Azul antes com a qualidade do seu serviço. A companhia tem os índices mais altos de pontualidade do país e foi escolhida pelo site de turismo TripAdvisor a melhor companhia aérea da América Latina neste ano.

A Azul vai operar 32 voos por dia na ponte aérea (16 partindo de cada cidade) usando os E-Jets da Embraer, que têm 118 lugares. No voo inaugural, hoje, Rodgerson pessoalmente serviu as bebidas aos passageiros. A Azul oferece, na ponte aérea, sacolinhas com lanchinhos à vontade – torradinhas, batatinhas chips, bolinhos, cookies –, bebidas frias e café. Também tem TVs individuais com 40 canais da Sky ao vivo.
Quando a pista principal do Santos Dumont voltar a operar, pretende colocar também seus Airbus nos horários de maior movimento, revezando com os Embraer, e aí terá internet.
“Gostei muito do voo”, disse José Roberto Pacheco, diretor de relações com investidores da operadora de planos odontológicos Odontoprev. O executivo não costuma voar muito pela Azul. “Se não tivesse essa opção do Santos Dumont, eu nem viria ao Rio hoje.”
A Azul diz que as rotas regionais continuarão sendo prioridade. “Na ponte aérea, teremos 32 voos por dia, contra 900 no restante do Brasil”, diz Rodgerson. “Continuaremos inaugurando entre cinco e seis novos destinos por ano pelos próximos cinco anos. O passageiro das rotas regionais merecem ter acesso aos grandes aeroportos do Brasil.”
O grande objetivo da companhia é conseguir ampliar a sua malha pelo país oferecendo a conexão com São Paulo e o Rio de Janeiro. Para fazer frente ao aumento nos voos, a Azul já contratou mais de 1.000 funcionários neste ano – entre pessoal de solo, pilotos e comissários – e pretende chegar a até 2.000 no final de 2019. Muitos vieram da Avianca, que foi proibida de operar pela Anac em maio por razões de segurança.
A receita da Azul subiu 16% no primeiro trimestre deste ano contra igual período de 2018, para 2,54 bilhões de reais. Mas, como os gastos com pessoal cresceram 37% por causa dos esforços de expansão da empresa, os lucros capiram 20%, para 137,7 milhões.

Vissta Buss 365 NB1 eleva a experiência de viagem da GL Turismo no Uruguai

Configuração alia bem-estar a bordo e recursos pensados para viagens de turismo             Conforto em longos percursos, tecnologia a bordo...