segunda-feira, 20 de julho de 2020

Azul irá operar com o turboélice ATR em Congonhas





Sem poder operar na pista maior do Aeroporto de Congonhas, a Azul Linhas Aéreas irá operar com o turboélice ATR na pista menor.

Com o fechamento da pista principal do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP), para obras de recuperação do pavimento asfáltico, a Azul fará ajustes em sua malha entre 05 de agosto e 05 de setembro.

A companhia manterá suas operações na pista auxiliar do aeroporto com as aeronaves modelo ATR 72-600, que podem transportar até 70 Clientes, e irá ampliar a oferta de voos diários para BH e na ponte aérea Rio-São Paulo, além de criar uma nova rota: Congonhas-Curitiba. Serão 17 voos por dia para atender a demanda de Clientes.

Será a primeira vez que a empresa emprega o ATR em Congonhas, que antes contava apenas com os voos de Embraer e mais recentemente com os maiores Airbus A320neo. Além da Azul, a Pantanal (absorvida pela TAM) e a VOEPASS já voaram com o modelo no aeroporto.

Congonhas-Santos Dumont, que hoje conta com dois voos diários, passará a sete frequências diárias, enquanto o mercado Congonhas-Belo Horizonte terá seis operações por dia frente às duas que têm sido realizadas. A rota Congonhas-Curitiba, que já foi operada pela Azul no ano passado, voltará a contar com a oferta de assentos da companhia, tendo quatro ligações diárias. Com passagens já à venda em todos os canais oficiais, os novos voos seguirão os rígidos protocolos de higiene que foram adotados pela empresa desde o início da pandemia.

“Em um planejamento integrado com a Infraero e demais autoridades aeronáuticas, reorganizamos nossa malha e estamos aumentando a oferta de assentos a partir de Congonhas. Graças à nossa frota mista, temos flexibilidade para planejar a malha e nos adaptar aos diferentes cenários de operação, mantendo os altos padrões de segurança da Azul. Com essa malha ajustada entre agosto e setembro, manteremos a assistência aos Clientes da maior cidade do país e ainda ampliaremos as possibilidades de conexão para o paulistano, um dos pilares e diferenciais da Azul”, afirma Vitor Silva, gerente de planejamento de malha da Azul.

Confira, a seguir, o detalhamento das operações da Azul em Congonhas durante as obras na pista principal:





domingo, 19 de julho de 2020

Incêndio atinge casarão histórico da estação ferroviária de Japeri, na Baixada

Um incêndio de grandes proporções atingiu o Casarão Japeri, prédio histórico anexo à estação ferroviária de Japeri, na Baixada, na madrugada deste domingo, dia 19. De acordo com a SuperVia, bombeiros dos quartéis de Paracambi e Nova Iguaçu foram acionados pelo centro de controle da concessionária por volta das 3h da madrugada. O fogo foi controlado às 5h e equipes permanecem no local para rescaldo da estrutura. Ainda segundo a empresa, ninguém ficou ferido. As causas do ocorrido serão apuradas.

Por medida de segurança, a SuperVia informou que o sistema de energia precisou ser desligado e a estação encontra-se fechada para embarque e desembarque. Os trens do ramal Japeri circulam apenas entre Central do Brasil e Engenheiro Pedreira. Os demais ramais não foram afetados. Os passageiros estão sendo informados sobre a alteração por meio do sistema de áudio dos trens e estações.

Construído em 1858, o Casarão Japeri abrigava uma instalação operacional da SuperVia. No fim do ano passado, a empresa investiu R$ 2 milhões na restauração da construção, que aconteceu entre novembro de 2018 e outubro de 2019. O escopo da obra incluiu limpeza, descupinização, pintura, recuperação do telhado, reconstrução dos sanitários, renovação dos forros, piso externo e manutenção da fachada em técnica enxaimel. O Iphan acompanhou de perto o avanço das obras. Desde 2010, o prédio faz parte do Patrimônio Ferroviário do instituto.

Nas redes sociais, moradores de Japeri lamentaram o ocorrido.

''Fiquei arrasada! Ficou tão lindo, em Japeri é tudo muito mais difícil e acontece isso!'', lamentou uma internauta.

''Japeri não tem um dia de paz. Quando a gente pensa que o Casarão finalmente vai ser inaugurado, rola incêndio. Resta saber se foi criminoso ou não'', escreveu uma usuária do Twitter.

''Acordei com uma triste notícia: a estação de Japeri, que é reconhecida por sua grande história, teve um incêndio. Ficou tanto tempo sem reforma e não aconteceu nada, mas bastou reformar e veio o incêndio. Coincidência?'', questionou outro internauta.

''Estação de trem de Japeri, com 162 anos de existência, pega fogo. Que lástima.'', lamentou um morador.

História da estação Japeri

De acordo com o Iphan, especula-se que o inglês Edward Price tenha comandado as obras da estação de Japeri, considerada espinha dorsal do sistema ferroviário do Rio, executadas com materiais vindos da Europa. Chamada de Belém em 1858, a estação foi o primeiro trecho da Antiga Estrada de Ferro Dom Pedro II. Ela se conectava à estação Dom Pedro II, atual Central do Brasil, e em 1875 o trecho se expandiu até o estado de Minas Gerais. O trecho era usado, principalmente, para escoar o café do Vale do Paraíba e outros produtos agrícolas voltados para o comércio exterior.



sábado, 18 de julho de 2020

Secretaria instala 35 túneis de desinfecção em estações de trem e Metrô; Anvisa e Conselho de Química não recomendam

Segundo os órgãos, não há evidência científica da eficácia dessa medida contra o coronavírus e o produto usado pode causar danos à saúde.



Secretaria de Transportes instala 35 túneis de desinfecção em estações de trens e metrô


A Secretaria de Transportes Metropolitanos instalou 35 túneis de desinfecção em estações de trens e Metrô da cidade de São Paulo desde maio, apesar da Anvisa e o Conselho Federal de Química não recomendarem.

Segundo os órgãos, não há evidência científica da eficácia dessa medida contra o coronavírus e o produto usado pode causar danos à saúde.

O produto usado é o digluconato de clorexidina 0,2% que, segundo o fabricante do túnel, elimina agentes infectantes e não causa efeitos colaterais. Mas o Conselho Federal de Química diz que há perigos em usar essa substância em pulverizadores.

“O produto, embora ele possa ser aplicado como antisséptico para a pele, ele não pode ter contato com a mucusoa e com os olhos, já que ele apresenta um grande risco de infeccçã ocular podendo levar à cegueira”, diz

Em maio, a Anvisa também divulgou uma nota técnica em que destaca que não existe, atualmente, produto aprovado para “desinfecção de pessoas”. E só recomenda a utilização desses produtos químicos sobre superfícies inanimadas.

A Associação Brasileira de Produtos das Indústrias de Produtos de Higiene e limpeza ainda afirma que, mesmo para a desinfecção de EPI’s e roupas, o produto precisa de um tempo maior do que o da passagem pela cabine.

No total, dez estações da CPTM e 17 do Metrô ganharam os túneis de desinfecção.

Em nota, a Neobrax, empresa responsável pelo túnel, reforça que ele é apenas uma das ferramentas no combate ao coronavírus, mas não dispensa as demais práticas recomendadas pelas organizações de saúde.

Obra na Vila Prudente motiva alteração dos itinerários de cinco linhas

A partir da próxima segunda-feira, 20 de julho, cinco linhas de ônibus que operam na região da Vila Prudente terão seus itinerários durante a realização de obras na Rua Cavour, altura do número 259




Confira as mudanças:

 

3134/10 Shop Aricanduva – Metrô Tamanduateí

Ida: normal até a Rua do Orfanato, Pça. Pe. Damião, Rua Cap. Pacheco e Chaves, Av. Paes de Barros, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Rua Dr. Roberto Feijó, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração.

 

3112/10 Vl. Industrial – Metrô Belém

Ida: normal até a Rua do Orfanato, Rua Américo Vespucci, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Rua Ibitirama, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração.

 

4025/10 Vl. Califórnia– Metrô Tatuapé

Ida: sem alteração.

Volta: normal até a Rua do Orfanato, Pça. Pe. Damião, Rua Cap. Pacheco e Chaves, Av. Paes de Barros, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, prosseguindo normal.

 

4031/10 Pq. Sta. Madalena – Metrô Tamanduateí

Ida: normal até a Rua do Orfanato, Rua Américo Vespucci, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração.

 

4029/10 São Mateus – Term. Vl. Prudente

Ida: normal até a Rua do Orfanato, Pça. Pe. Damião, Rua Cap. Pacheco e Chaves, Av. Paes de Barros, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Rua Dr. Roberto Feijó, prosseguindo normal.

Volta: sem alteração. 


Shopping-metrô? Empresa investe R$ 500 milhões para abrir lojas em estações


Ilustração de como deve ficar o Terminal Carrão, em São Paulo, após obras de grupo privado: grupo investirá R$ 500 milhões

Foto: Divulgação


Os setores de comércio e serviços foram dois dos mais afetados pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. As perdas acumuladas em cem dias de restrições ao funcionamento das lojas, entre março e junho, chegaram a R$ 44 bilhões somente no estado de São Paulo, segundo estimativa da FecomercioSP.

Ainda assim, um investimento de R$ 500 milhões que inclui a abertura de 1.400 lojas está em curso na capital paulista. O que está por trás? Um potencial de consumo que tem como base uma circulação diária de 1,5 milhão de pessoas – em tempos normais, é necessário dizer – em 13 estações das duas linhas mais movimentadas de metrô na capital paulista.

É um potencial que se sobrepõe aos impactos da pandemia sobre o movimento diário de pessoas no transporte público, afirma Luiz Fernando Ferraz Bueno, CEO da Unitah Empreendimentos, empresa à frente do projeto batizado de Praça Unitah.

Depois de ganhar a licitação do governo paulista em 2019, a Unitah assumiu em abril o direito de explorar comercialmente 13 terminais de ônibus ligados a estações de metrô por 30 anos; em troca, terá que fazer investimentos que incluem serviços de manutenção e a entrega de melhorias.  

O executivo avalia que a recuperação da circulação no transporte público se dará de maneira mais rápida, por exemplo, do que em shoppings “avulsos” e lojas de rua. 

É um público com idade entre 25 e 40 anos, em boa parte com ensino superior e renda mensal de R$ 3,5 mil a R$ 5 mil, segundo dados do Metrô.

O grupo terá o direito de construir prédios junto a sete terminais, respeitando o que prevê a lei de zoneamento para cada bairro: Ana Rosa, Santana, Patriarca, Vila Matilde, Carrão, Tatuapé (que terá dois estabelecimentos). 

Os planos preveem edifícios de uso misto (residencial e comercial) e até hospitais, por meio de parcerias. A área construída total deve superar 200 mil metros quadros.

Mas o atrativo está na oferta de lojas, lanchonetes e serviços, em um mix que remete a um shopping, mas com distribuição diferente: haverá lojas-âncora, mas cerca de 70% do espaço será ocupado por pequenos boxes com 5 a 8 metros quadrados cada um. 

“O objetivo é que seja um aluguel barato que abra uma oportunidade para pequenos empreendedores, acessível mesmo com a pandemia”, diz o CEO da Unitah.

Nos demais seis terminais que não comportam edifícios, será realizada a revitalização da estrutura existente, com criação de espaços para lojas menores também.

As obras de reforma dos terminais já estão em andamento, enquanto as lojas nos 13 terminais começam a ser entregues neste mês, inicialmente no Tatuapé (sul). Já os edifícios e os shoppings só devem começar a ser erguidos no ano que vem.

‘Naming rights’ 

A Unitah foi formada a partir da união de três grupos com experiências diversas. Um deles é o Grupo Rezek, com forte atuação no agronegócio e no desenvolvimento imobiliário; a outra companhia controla o Mega Polo Moda, um centro varejista no bairro do Brás, em São Paulo; e a terceira é a construtora Planova.

A empresa ainda está avaliando os nomes dos futuros centros comerciais. Uma alternativa provável é associá-los com a estação, como já ocorre em alguns casos existentes. Um exemplo seria o Shopping Metrô Santana, na zona norte.

Os 13 terminais foram repassados pelo Metrô em um único lote com a lógica de unir ativos considerados mais rentáveis com outros com potencial menor de negócios, para assegurar que frequentadores de diferentes bairros possam se beneficiar. 

No primeiro caso está o terminal Ana Rosa, que fica em um bairro de classe média alta da zona sul de São Paulo e tem movimento diário de 219 mil pessoas; no segundo, o Patriarca, de classe média baixa na zona leste, com 50 mil pessoas por dia.

Apesar do otimismo da Unitah, o impacto da pandemia sobre o movimento diário de passageiros foi brutal. Em maio (dado mais recente), foram transportados cerca de 700 mil passageiros na média por dia útil nas linhas azul (da qual fazem parte quatro das treze estações com terminais concedidos) e vermelha (as demais nove). É uma queda de 75% em relação aos 2,9 milhões de pessoas em maio de 2019. 

Inspiração de fora

Antes da pandemia, o metrô paulistano (todas as linhas) transportava diariamente 3,7 milhões de passageiros. É um fluxo que o coloca na condição de um dos mais movimentados do mundo. Mas, na maior parte de suas 89 estações, os usuários não encontram nada além de acanhados banheiros.

É uma realidade que contrasta com a experiência de grandes cidades no exterior, como Nova York, Londres e Paris, onde estações mais movimentadas ou integradas com terminais de ônibus e trens dispõem de lojas, restaurantes e serviços.

Mas a inspiração foi além do transporte urbano. A Unitah estudou casos como o de Puerto Madero, área portuária revitalizada de Buenos Aires, da reforma no Shopping Light, no centro de São Paulo, além de projetos novos como o terminal 3 do aeroporto de Guarulhos (de voos internacionais).

“É a transformação do olhar do setor público, que passa a enxergar a empresa privada como parceira. Temos uma ótima relação com o Metrô”, diz Ferraz Bueno.

Para o Metrô, as concessões são vantajosas pelas receitas e as despesas.Em primeiro lugar, a companhia recebeu R$ 11 milhões da Unitah como valor de outorga. E, a partir do quinto ano de contrato, terá direito a R$ 855 mil mensais ou 8% da receita bruta que a empresa privada obtiver com a exploração comercial, o que for maior.

Por fim, o Metrô estima que terá uma economia anual de R$ 22 milhões em despesas de conservação e manutenção dos 13 terminais.

Receitas de concessionárias de trens e metrôs caem R$ 3,6 bi com pandemia


        Movimentação no metrô de São Paulo



A pandemia do novo coronavírus provocou um rombo de R$ 3,6 bilhões na receita das concessionárias de transportes de passageiros sobre trilhos, entre os meses de março e junho. No período, com o isolamento social, o volume de pessoas transportadas semanalmente, sobretudo em trens e metrôs, caiu 71,3%, segundo dados da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos).

Mesmo com a abertura gradual em algumas partes do país, a demanda continua fraca, com quedas de até 70%.

Apesar de terem o direito de recompor os prejuízos por meio da revisão dos contratos, as empresas dizem que não podem esperar até o término do processo -- que em alguns casos pode chegar a dois anos -- e precisam de uma solução rápida, sob o risco de colapso no setor. Isso porque muitas delas não conseguem arrecadar nem o necessário para cobrir a operação.

"As concessionárias estão sem caixa e tendo de manter a operação e a manutenção do sistema, que não pode parar", diz o presidente da ANPTrilhos, Joubert Flores. Segundo ele, 670 milhões de passageiros deixaram de passar pelos trens e metrôs do país, o que representa pouco mais da metade do que foi transportado em igual período do ano passado (1,55 bilhão).

No MetrôRio, empresa administrada pela Invepar, a queda na demanda chegou a 80% e hoje está em 70%. Isso provocou um prejuízo operacional de R$ 150 milhões no período, apesar das medidas para cortar custos, como redução de jornada dos trabalhadores, renegociação com fornecedores e postergação de alguns pagamentos, afirma o presidente da concessionária, Guilherme Ramalho.

"Estamos queimando todo o caixa, que dura até o fim de agosto. Depois disso, não teremos mais condições de honrar nossos compromissos."

Ramalho afirma que dados do órgão regulador do estado mostram que o break even -- ponto de equilíbrio em que um negócio não dá lucro nem prejuízo -- da empresa é de 550 mil passageiros/dia. "Estamos na casa de 270 mil passageiros, à beira de um colapso."

Na SuperVia, concessionária de trens do Rio de Janeiro, administrada pela japonesa Mitsui, a situação não é diferente. A empresa deixou de transportar 34 milhões de passageiros até o dia 16 e perdeu R$ 102 milhões de receitas até junho, diz o presidente da empresa, Antônio Carlos Sanches. No início da pandemia, a demanda caiu 74% nos dias úteis e agora, com o fim das restrições, está 53% menor. Nas contas dele, a movimentação de passageiros só retornará ao nível de 2019 em 2022.

Negociações

As empresas tentam negociar com os governos estaduais e até com o governo federal algum tipo de medida, como aporte financeiro e financiamentos, para garantir a operação. Na CCR Metrô Bahia, por enquanto o que tem ajudado foi a postergação de pagamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até setembro.

"Se tivesse de honrar esse compromisso, não teríamos condição de operar", diz o presidente da empresa, Rodolfo Gonzalez. Segundo ele, apesar da retomada gradual, a concessionária ainda opera com queda de 66% da demanda. No período, a receita caiu R$ 100 milhões.

Em São Paulo, na ViaQuatro (Linha Amarela) e ViaMobilidade (Linha 5 Lilás), ambas administradas pelo grupo CCR, a perda de faturamento no período foi de R$ 200 milhões. Mesmo com a flexibilização do isolamento social na capital paulista, a demanda continua 60% abaixo do esperado.

O presidente da empresa, Francisco Pierrini, destaca que apesar da movimentação baixa e receita menor, a empresa teve de aumentar em 15% o efetivo para garantir a higienização dos trens que precisa ser constante para segurança dos usuários. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Oferta da GOL em Salvador será de 100 mil assentos em julho, a maior do Nordeste




O Aeroporto de Salvador anuncia hoje que lidera a oferta de assentos da GOL no Nordeste, segundo informações da Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC). Só em julho, a companhia aérea planeja cerca de 100 mil assentos, e em agosto, o número sobe para 300 mil.

Além disso, o número de destinos domésticos oferecidos pela companhia no Salvador Bahia Airport, da rede VINCI Airports, foi ampliado, passando a operar com 13 destinos desde o dia 1º de julho, sendo que três deles não eram operados antes da crise da Covid-19: Campinas, Recife e Vitória da Conquista.

Antes da pandemia do novo coronavírus, a GOL operava 10 destinos no Aeroporto e essa ampliação é uma prova do investimento da companhia na capital baiana, ajudando a movimentar a economia local e garantir a prestação de serviços essenciais.  

Setores como o petroquímico, médico-hospitalar, farmacêutico e industrial, por exemplo, continuaram em atividade mesmo nesse período da pandemia, e contam com uma mão-de-obra especializada que precisa estar regularmente em deslocamento. Para atender essa demanda, além dos novos voos para o sudoeste baiano e o interior paulista, a conectividade com o Nordeste do país foi diversificada com frequências para Recife.  

Entre as novidades das rotas adicionadas pela GOL, destaque para o fato de os voos serem ajustados no turno vespertino, o que permite às conexões entre as regiões Sudeste e Nordeste do país serem realizadas de forma mais rápida em Salvador. Isso significa que o passageiro chega à capital baiana no início da tarde e já embarca para o seu destino final no meio da tarde.

Informações oficiais do Salvador Bahia Airport

Cidade avança na eletrificação do transporte coletivo com dois anos de operação

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