quinta-feira, 14 de março de 2024

Alteração de itinerário da linha 519M-10 São Mateus – Museu do Ipiranga

 



A partir de sábado, 16/03/2024.

Motivo: ampliar o atendimento da linha.

Novo itinerário:
Ida: Rua João Baruel, Av. Sapopemba, Praça Felisberto Fernandes da Silva, Av. Ragueb Chohfi, Rua Ursa Menor, Rua Hiperion, Av. Sapopemba, Praça Felisberto Fernandes da Silva, Av. Sapopemba, prosseguindo normal.
Volta: normal até a Praça Felisberto Fernandes da Silva, Av. Ragueb Chohfi, Rua Ursa Menor, Rua Hiperion, Av. Sapopemba, Praça Felisberto Fernandes da Silva, Av. Sapopemba, Rua São Sérgio, Rua Luiz Sparano e Rua João Baruel.


Nenhum ponto ficará desatendido.

Governo de SP e Ministério de Portos lançam consulta pública do túnel Santos-Guarujá

 PPP terá R$ 6 bilhões em investimentos com aportes de Estado, União e setor privado; audiências públicas serão feitas entre 17 e 19 de abril





O Governo de São Paulo, em parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos, lançou nesta quarta-feira (13) a consulta pública do projeto de concessão patrocinada do túnel imerso Santos-Guarujá. O governador Tarcísio de Freitas, o secretário estadual de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, e o ministro Silvio Costa Filho participaram da solenidade em Brasília (DF). O projeto é estimado em aproximadamente R$ 6 bilhões, que serão custeados por três frentes: o Governo de São Paulo, a União e o setor privado.

“O túnel é possível. Existem empresas nacionais e estrangeiras capazes de tocar este desafio, não há um obstáculo intransponível do ponto de vista de engenharia. A gente vai fazer a obra, mas é importante garantir a manutenção dos dispositivos e da infraestrutura ao longo do tempo. Nós transformamos a concessão em uma PPP, vencemos os desafios técnico e financeiro e transpusemos o desafio político. Estamos fazendo história. Agora é hora de trabalhar em conjunto e fazer a diferença, porque é isso o que a população está esperando de nós”, disse o governador.

“É um passo definitivo na direção do sucesso, nós vamos ter este sonho realizado. O que nós vamos construir aqui é um legado que vai ficar para sempre na Baixada Santista. Parabéns a todos que fizeram muito esforço para tornar este empreendimento uma realidade, e ele começa a nascer no dia de hoje”, reforçou Tarcísio.

Qualificado no Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP) e integrado ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o projeto do túnel imerso prevê investimento total de R$ 5,96 bilhões. Deste total, 86% deverão vir de aporte público dividido igualmente entre o Governo de São Paulo e a União, além de participação da iniciativa privada.

A futura parceira privada será responsável pela construção, operação e manutenção do túnel que vai solucionar um dos maiores gargalos logísticos do país. A ligação entre as duas principais cidades da Baixada Santista vai permitir o tráfego de veículos de passeio, caminhões e transporte público, além de bicicletas e pedestres em vias segregadas. A solução viária também amplia possibilidades de desenvolvimento e expansão do Porto de Santos.

Com projeto executivo elaborado pelo Governo de São Paulo, o empreendimento é uma demanda centenária da população da Baixada Santista e vai reduzir o tempo de deslocamento entre os dois municípios. Atualmente, mais de 21 mil veículos cruzam diariamente as duas margens utilizando barcos de pequeno porte (catraias) e as balsas, além de 7,7 mil ciclistas e 7,6 mil pedestres.

O túnel imerso Santos-Guarujá será executado por meio de uma parceria entre o Governo de São Paulo e o Ministério de Portos e Aeroportos, com participação da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e da Autoridade Portuária de Santos (APS).

Participação social

A partir desta quinta (14), a Artesp abrirá consulta pública para contribuições e sugestões ao projeto. As manifestações poderão ser feitas até às 18h do dia 3 de maio, por pessoas físicas ou jurídicas, por meio de formulário eletrônico (https://forms.gle/jCBVuoPjyDKWLbBF7 ) disponível no site da agência reguladora do Estado de São Paulo, assim como toda a documentação técnica.

Durante o mês de abril, haverá três audiências públicas presenciais para colher sugestões sobre o projeto do túnel imerso. A primeira delas será feita em Santos, no dia 17 de abril. Um dia depois, a participação popular será em Guarujá. Por fim, no dia 19, a Autoridade Portuária de Santos será sede da última sessão. Os detalhes sobre as audiências públicas estão disponíveis no site da Artesp.

A participação será aberta a todos os interessados. Quem quiser fazer manifestações orais deverá efetuar cadastro prévio, entre os dias 15 de março e 15 de abril.

PPI-SP

O Programa de Parcerias de Investimentos de São Paulo tem como objetivo ampliar as oportunidades de investimento, emprego, desenvolvimento socioeconômico, tecnológico, ambiental e industrial em São Paulo. Ao todo, são 20 projetos qualificados e uma carteira de mais de R$ 220 bilhões.

A atuação da iniciativa é baseada em sustentabilidade dos projetos, segurança jurídica, estabilidade das normas e observação das melhores práticas nacionais e internacionais. Esses pilares norteiam a relação entre o Governo do Estado e as empresas parceiras.

Serviço:
Consulta pública nº 02/2024 – Artesp: Concessão patrocinada do túnel Santos-Guarujá
Período: de 14 de março a 3 de maio de 2024
Contribuições via formulário: https://forms.gle/jCBVuoPjyDKWLbBF7

Audiência pública em Santos
Data: 17 de abril de 2024
Horário: 9h
Local: Associação Comercial de Santos
Endereço: Rua Quinze de Novembro, 137 – Centro

Audiência Pública em Guarujá
Data: 18 de abril de 2024
Horário: 9h
Local: Teatro Municipal Procópio Ferreira
Endereço: Avenida Dom Pedro I, 350 – Jardim Tejereba

Audiência Pública na Autoridade Portuária de Santos
Data: 19 de abril de 2024 (sexta-feira)
Horário: 9h
Local: Autoridade Portuária de Santos
Endereço: Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, s/n – Macuco

domingo, 10 de março de 2024

Histórias e Curiosidades dos Transportes - Projeto Fura-fila

 

                                     Obras paradas do Fura-Fila


Fura-fila



Fura-Fila foi um projeto de veículo leve sobre pneus (VLP) para a Cidade de São Paulo. O Fura-Fila surgiu como obra eleitoral do candidato Levy Fidelix, com o nome de Aerotrem. Ridicularizado por muitos durante anos, a ideia de fazer um projeto parecido surgiu com o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, criando um projeto parecido batizado de Fura-Fila, mas que não era um transporte sobre trilhos, conforme o projeto de Fidelix, e utilizaria trólebus articulados e um protótipo biarticulado, construído pela Marcopolo. Ao longo dos anos o sistema foi rebatizado por Marta Suplicy de "Paulistão" e por José Serra de "Corredor Expresso Parque D. Pedro - Cidade Tiradentes", ou somente "Expresso Tiradentes". O Expresso Tiradentes foi implementado anos depois em forma de corredor de ônibus (BRT).



História


O projeto surgiu em meados de 1995, idealizado pelo então prefeito Paulo Maluf com o nome de Fura-Fila, só teve suas obras iniciadas em meados de 1997 após o projeto ter garantido a eleição do candidato Celso Pitta. Durante a ExpoBus de 1998, foi apresentado ao público o VLP, um trólebus biarticulado de carroceria Marcopolo, chassi Volvo e equipamento IGBT produzido pela Powertronics. No mesmo período, foi construído uma pista exclusiva de testes no Autódromo de Interlagos, usando rede aérea flexível e permitindo velocidade elevada de operação. A primeira bateria de testes foi no mesmo ano, em que foram utilizados o VLP, os trólebus articulados 68 8000 e 68 8001 da Eletrobus e o primeiro ônibus biarticulado de São Paulo, operado pela Viação Campo Belo. Em seguida, o VLP foi transferido para a sua primeira operação experimentalmente, entre o Terminal Parque Dom Pedro II e a Praça Alberto Lion, voltando para o Autódromo em maio de 1999. Devido a realização do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, em fevereiro de 2000 a pista de testes e sua rede aérea foi removida.

A construção do corredor experimental começou em 1998 durante a gestão de Celso Pitta, operou experimentalmente os primeiros 2,8 quilômetros em 30 de setembro de 2000 com três trólebus (dois articulados de prefixo original 8000 e 8001, anteriormente operados pela Eletrobus e o protótipo biarticulado) e prolongou-se por quatro meses. No entanto, em 2001, toda a rede aérea do corredor (cerca de 8000 metros de fios para ônibus elétricos) foi removida, restando postes metálicos e uma pequena parte da rede nas dependências do terminal Parque Dom Pedro, segundo a SPTrans, havia diversos serviços a serem concluídos e por isso ela não era a responsável pelo material instalado

A obra foi paralisada por muitos anos, mas depois retomada pela ex-prefeita Marta Suplicy, em 2002, com o nome de "Paulistão" usando veículos elétricos híbridos (VEH), e teve seu traçado estendido para chegar até São Mateus, mas foi novamente paralisada. As obras só foram definitivamente retomadas em 2005, na gestão de José Serra, rebatizado de Expresso Tiradentes. Finalmente, em 22 de fevereiro de 2007, o prefeito Gilberto Kassab entrega o primeiro trecho, operado totalmente pela Via Sul por ônibus articulados a diesel e 15 ônibus híbridos anteriormente pertencentes a GATUSA em um sistema de BRT. Nos projetos, haveria uma extensão até o bairro de Cidade Tiradentes, no extremo leste da cidade,  porém optou-se por executar o trecho em forma de monotrilho, integrando-o à malha metroviária, o que atualmente é a Linha 15 do Metrô de São Paulo.


Projeto


O projeto inicial previa a construção apenas do percurso compreendido pelos trechos 1 e 2, ligando o Sacomã ao Parque Dom Pedro II As obras se arrastaram por três anos e foram interrompidas em 2000. Por anos, permaneceu como um esqueleto na avenida do Estado.

A Linha 1 que ligaria os bairros do Sacomã e Parque Dom Pedro II deveria ser a primeira de outras inúmeras linhas espalhadas por toda a cidade. No projeto original os veículos seriam articulados e alimentados por cabos suspensos. No ano de 2000 este veículo criado pela Marcopolo em parceria com a extinta Tutto Trasporti, empresa de Caxias do Sul e referência em inovação, chassi Volvo e equipamento IGBT da Powertronics, operou experimentalmente no trecho sobre o tampão do Tamanduateí por um período de quatro meses.

Entre o final de 2000 e o início de 2001 teve suas obras, que já se arrastavam, e a operação experimental suspensas por falta de verbas e vontade política.

No final de sua administração Celso Pitta deixou como herança o trecho sobre o tampão do Tamanduateí semi acabado com as estações nem ao menos iniciadas, do trecho elevado somente as vigas de sustentação saindo do solo e nos terminais Sacomã e Parque Dom Pedro II áreas totalmente degradadas. Atualmente, o protótipo VLP está sucateado em um pátio nos arredores da fábrica da Marcopolo.

O percurso foi estendido de 8 para 32 quilômetros, expandindo o traçado até Cidade Tiradentes, e o projeto rebatizado com o nome de Expresso Tiradentes em um sistema de BRT.

Histórias do Transporte - Incasel

 Incasel

Empresa brasileira de carrocerias de ônibus 






A Indústria de Carrocerias Serrana Ltda, conhecida pelo acrônimo Incasel, foi uma empresa brasileira, fabricante de carrocerias para ônibus, com sede no município de Erechim, no Rio Grande do Sul.




Início 

A Incasel iniciou suas atividades em junho de 1949, quando montava uma carroceria de madeira a cada mês. Com o tempo, a produção ganhou corpo e na década de 1960 já havia conquistado mercado nos demais estados da Região Sul do país, mas agora com produtos feitos de estrutura metálica, cujos modelos eram cópias de outros fabricantes.


Expansão 

Na década seguinte produzia dez unidades mensais, quando passou a atender o mercado nacional. Apresentou-se pela primeira vez no Salão do Automóvel, na sua sétima edição, quando expôs seu modelo Continental, montado sobre um chassi Mercedes-Benz LP. Dois anos depois, na edição seguinte, mostrou o rodoviário Continental II, com diversas alterações técnicas e estéticas frente à versão anterior: estrutura tubular de aço, janelas maiores, colunas inclinadas, diversos detalhes de conforto para os passageiros, painel e capô de fibra redesenhados, poltrona do motorista com suspensão hidráulica e toalete em peça única. No mesmo evento foi apresentado seu primeiro urbano da nova fase, o Belvedere, sobre os tradicionais chassis com motor dianteiro da Mercedes-Benz.

No IX Salão, em 1974, o Continental, agora na versão III, mostrava melhorias estéticas, a mais visível delas uma nova grade envolvendo os faróis; além do maior uso de fibra de vidro, seguindo a tendência, também foi equipado com toaletes químicos com desintegrador de detritos. Pouco depois, surgiu seu único micro, batizado como Pônei, além do Continental RT, com piso e teto semi-elevados.

A partir daí, a produção da Incasel finalmente começou a adquirir personalidade própria. Novo rodoviário foi lançado em 1976, denominado Jumbo, para o transporte de média distância. Em 1978 o modelo urbano foi renovado, com o lançamento do Cisne, e do Minuano, um ano depois, próprio para operação em corredores. Em 1981, a linha de rodoviários ganhou sua versão mais pesada, o Delta.

A produção não parou de crescer, saindo de 116 unidades, em 1971, para 555, em 1980, com média de quase 50 carrocerias por mês. Em 1981, ano de recessão econômica, praticamente manteve o total do exercício anterior, com 523 unidades. Durante aqueles anos conquistou importantes clientes no segmento rodoviário, inclusive a Eucatur, que opera as mais longas rotas existentes em território nacional, ligando o Sul ao extremo Norte do país.


Falência e venda dos Ativos 


No início da década de 1980, desentendimentos societários trouxeram problemas para a empresa, o que deteriorou sua situação financeira e acarretou demissões e redução da produção para menos de vinte unidades por mês. Incapaz de saldar as dívidas acumuladas, no final daquele ano teve sua falência decretada.

Em outubro de 1985, seus bens foram levados a leilão e arrematados pelo Grupo Comil, empresa fabricante de silos e equipamentos agrícolas de Cascavel, que em menos de três meses retomou a produção, sob a nova razão social Indústria de Carrocerias Erechim, montando os mesmos seis modelos da Incasel, a saber os urbanos Cisne e Minuano, rodoviários Continental, Jumbo, Delta e Columbia. Em 1987, lançou seu primeiro modelo de projeto próprio.[2]

Posteriormente, a nova proprietária mudou a designação para Comil Carrocerias e Ônibus. Com a divisão societária, o grupo Comil abriu junto à matriz, no estado do Paraná, a Mascarello Carrocerias e Ônibus.


Modelos Produzidos 


Micros
  • Micro-Ônibus Rodoviário
  • Ponei (1972-1979)
Urbanos
  • Continental I (1970-1973)
  • Belvedere (1971-1977)
  • Cisne (1971-1984) [produzido posteriormente como Comil Cisne até 1988]
  • Continental II (1974-1978)
  • Minuano (1979-1984) [produzido posteriormente como Comil Minuano até 1988]
Intermunicipais
  • Cisne Intermunicipal (1978-1984)
Rodoviários
  • RT (1951-1979)
  • Continental Diplomata (1955-1960)
  • Bicampeão Rodoviário Super Luxo (1960-1966)
  • Continental (1965-1978) [produzido posteriormente como Comil Continental]
  • Belveder (1972-1975)
  • Jumbo (1972-1984) [produzido posteriormente como Comil Jumbo até 1986]
  • Delta (1976-1984) [produzido posteriormente como Comil Delta até 1987]
  • Colúmbia (1983-1984) [produzido posteriormente como Comil Colúmbia]




👍 Curta as redes sociais da KLEIN STORE e veja como adquirir os produtos do Portal da Mobilidade 

✔️ Página no Facebook ⤵️ 

https://www.facebook.com/profile.php?id=100063713251701&mibextid=ZbWKwL


✔️ Grupo no WhatsApp ⤵️ 

https://chat.whatsapp.com/Jc5mlryseajJdr88XvDOC8


👍 Curta participe divulgue Portal da Mobilidade 


Facebook 

https://www.facebook.com/Portal.da.Mobilidade?mibextid=ZbWKwL


YouTube 

https://youtube.com/@portaldamobilidade9503?si=HVgJHUywstTzt4KG




Nosso canal no WhatsApp 

https://whatsapp.com/channel/0029VaIb0IGFMqrU8tT5mE2f


sábado, 9 de março de 2024

Histórias do Transporte - Neobus

 

Neobus

fabricante de carrocerias de ônibus subsidiária da Marcopolo






HISTÓRIA 


Apesar de ter sido fundada oficialmente em 1996 em Guarulhos, sua história remonta na verdade a época da Ciferal Paulista, empresa criada a partir da dissidência da empresa-mãe Ciferal em 1978, que depois foi renomeada para Condor em 1981 e posteriormente Thamco em 1985, passando finalmente a Neobus 11 anos depois. Em 1999, foi incorporada pela empresa San Marino Implementos, que produzia componentes para a indústria automobilística, passando a se chamar San Marino Neobus, e se instalou em Caxias do Sul.

Em 2012 foi construída uma nova fabrica na cidade de Três Rios no estado do Rio de Janeiro com capacidade de produzir 30 ônibus ao dia e o investimento total foi de R$ 90 milhões e irá gerar 1.200 empregos, em 2011 a Neobus faturou R$ 500 milhões e pretende dobrar seu faturamento até 2015.

A Marcopolo assinou uma carta de intenção com a L&M Incorporadora, que controla a Neobus, que prevê a compra das ações remanescentes, assim, a Marcopolo terá o controle total da Neobus, elevando sua participação dos atuais 45%, para a totalidade do capital ao incorporar a fatia de 55% da L&M.

De acordo com informações da empresa, a linha rodoviária New Road N10 foi descontinuada em 2017.

Em 11 de março de 2022, a Marcopolo anunciou o retorno da razão social "Ciferal Indústria de Ônibus Ltda". Já a razão social "San Marino Indústria de Ônibus Ltda" será extinta a partir de 31 de março de 2022. O nome fantasia Neobus será mantido, segundo a empresa. Não foi divulgado até o presente momento, se novos modelos de carrocerias serão fabricados, nem se os modelos atuais da San Marino serão descontinuados.



Modelos Extintos 


Rodoviárioseditar

  • Spectrum Road 330 (2006 - 2014)
  • Spectrum Road 350 (2008 - 2014)
  • Spectrum Road 370 (2008 - 2014)
  • New Road 340 N10 (2014 - 2018)
  • New Road 360 N10 (2013 - 2018)
  • New Road 380 N10 (2013 - 2018)
  • New Road 380 N10S (2017 - 2017)
  • New Road N10 DD (2017 - 2017)

Urbanoseditar

  • Mega 1996 (1996 - 2000)
  • Mega Evolution (1997 - 1999)
  • Mega 2000 (1999 - 2003)
  • Mega 2004 (2004 - 2006)
  • Mega 2006 (2006 - 2013)
  • Mega BRT (2010 - 2015)
  • Mega BRS (2011 - 2015)
  • Mega Plus (2013 - 2018)
  • Mega BRT II (2016 - 2018)
  • Mega Plus Articulado (2016 - 2018)
  • New Mega (2018 - 2021)

Midiseditar

  • Spectrum City (2006 - 2014)

Intermunicipaiseditar

  • Spectrum (2002-2006)
  • Spectrum Intercity (2004 - 2018)
  • Spectrum 325 (2018 - 2021)

Microseditar

  • Thunder Evolution (1997-1999)
  • Thunder (2002-2006)
  • Thunder Boy (2002-2005)
  • CityClass (2003-2012)
  • Thunder Plus (2005 - 2016)
  • Thunder + (2005 - 2016)
  • Thunder + II (2016 - 2021)



Modelos atuais 


Midiseditar

  • Thunder Midi (2021 - presente)

Microseditar

  • Thunder Way (2005 - presente)
editar

editarThunder Way (2005 - presente)


quarta-feira, 6 de março de 2024

CPTM inicia pesquisa ‘Voz Feminina’ no mês das mulheres

 Dia 8 de março também celebra o Dia da Mulher Ferroviária, instituído pela Lei nº 17.830, para celebrar o pioneirismo da mulher ferroviária





No Mês do Dia Internacional da Mulher, a CPTM realizará a Pesquisa “Voz Feminina” para desenhar o perfil das suas passageiras e descobrir quais são os desejos e preocupações das mulheres em relação aos serviços da companhia. Este esforço abrangente ocorre no mês que celebra o Dia Internacional da Mulher e marca o primeiro Dia da Mulher Ferroviária, instituído pela Lei nº 17.830, de 01 de novembro de 2023, para celebrar o pioneirismo da mulher ferroviária.

Essas ações destacam não apenas o compromisso da CPTM com um ambiente de trabalho igualitário, seguro e respeitoso, mas também evidenciam histórias inspiradoras de mulheres excepcionais, como a Jaqueline de Oliveira Calixto e Carolina Mitsiru Miashiro.

Jaqueline de Oliveira Calixto, 35 anos, com 15 anos dedicados à CPTM, iniciou como ‘Aluna Aprendiz’ em 2009, superando desafios em um ambiente majoritariamente masculino. Foi de estagiária à supervisora de manutenção, ressaltando não só suas conquistas individuais, mas a importância do trabalho em conjunto com a sua equipe.

Já Carolina Mitsiru Miashiro, 39 anos, trabalha na companhia há 11 anos, é engenheira de produção especializada em engenharia de segurança do trabalho. Chefiando o Departamento de Circulação de Trens das Linhas 7 e 10, se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo, fortalecendo a representatividade feminina e inspirando outras mulheres a desafiarem limites.

Essas histórias, junto com a CPTM, moldam um futuro mais inclusivo e diversificado na indústria ferroviária.

A pesquisa ‘Voz Feminina’ será realizada entre os dias 5 e 11 de março, das 11h30 às 18h30, nas estações Aeroporto-Guarulhos, Corinthians-Itaquera, Palmeiras-Barra Funda, Santo André e Tatuapé. Com os resultados, a CPTM poderá elaborar serviços e ações direcionadas ao público feminino, que já representa 46% dos passageiros transportados.

Vissta Buss 365 NB1 eleva a experiência de viagem da GL Turismo no Uruguai

Configuração alia bem-estar a bordo e recursos pensados para viagens de turismo             Conforto em longos percursos, tecnologia a bordo...