quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Prefeitura de Nova Odessa anuncia aumento de R$ 0,40 no transporte coletivo da cidade



Valor da passagem passa de R$ 2,70 para R$ 3,10 a partir desta sexta-feira (2).




             Paço Municipal da Prefeitura de Nova Odessa — Foto: Divulgação/Prefeitura de Nova Odessa



A Prefeitura de Nova Odessa (SP) anunciou que fará reajuste na tarifa do transporte coletivo urbano da cidade a partir desta sexta-feira (2). O decreto, publicado no Diário Oficial nesta quinta (1º), informa que o aumento da passagem será de R$ 0,40, passando de R$ 2,70 para R$ 3,10, um acréscimo de 14,8%.
De acordo com a Prefeitura, a justificativa para o aumento está na necessidade de "manutenção do equilíbrio econômico financeiro, dado o considerável aumento de preços nos veículos, óleos lubrificantes, óleo combustível, peças, acessórios, pneus e mão de obra". Além disso, a administração garante que o reajuste está ligado à manutenção na qualidade da prestação do serviço.
O novo valor entra em vigor a partir de meia noite desta sexta. Segundo a Prefeitura, o último reajuste no valor da passagem do transporte público na cidade ocorreu em setembro de 2015.

Seguradoras oferecem cobertura para bicicletas, patinetes, mochilas e tênis


Seguradoras oferecem cobertura para bicicletas, patinetes, mochilas e tênis



Seguradoras passam a oferecer produtos específicos para ciclistas e incluíram na cobertura riscos que fazem parte da rotina de quem está nas ruas - Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press


  • O aumento do uso desses veículos tem estimulado a criação de produtos para quem pedala nas ruas e corre o risco de sofrer acidentes ou de ter itens como mochila e notebook furtados

 O tempo perdido no trânsito, especialmente nos grandes centros, tem estimulado as pessoas a buscar alternativas que permitam encurtar as viagens. A bicicleta vem ganhando espaço nessa mudança de hábito, assim como os patinetes. Dados da Abraciclo, associação que representa a indústria das duas rodas, mostram que a produção de bikes no primeiro semestre, na comparação com 2018, aumentou17,8%, passando de 332.018 para 391.188 unidades. Para 2019, a previsão da entidade é de que a produção chegue a 857 mil unidades, o que, se confirmado, representará crescimento de 10,8% na comparação com o acumulado no ano passado.

Negócios atrelados à indústria das bicicletas têm aproveitado a boa fase para pegar carona, melhorar seus números e descolar da economia fraca do país. As vendas em alta das bikes têm estimulado a abertura de lojas de venda de veículos e acessórios, além de oficinas de manutenção. Mas não é só. O setor de seguros também começou a analisar mais de perto o mercado da micromobilidade.

Até começar a onda de bicicletas, estimulada pela chegada dos aplicativos de compartilhamento como Yellow, as seguradoras ofereciam apenas a cobertura para os veículos dentro do seguro residencial. Ou seja, se acontecesse um acidente ou furto na rua, o risco era apenas do proprietário.

Agora, pelo menos duas seguradoras decidiram ir além e começaram a vender produtos específicos para ciclistas, tanto os que usam bicicletas tradicionais ou elétricas, e incluíram na cobertura riscos que fazem parte da rotina de quem está nas ruas.

Dificuldade com a matriz

Vice-presidente da Generali no Brasil e líder dos canais de massa do Sul da Europa Oriental e Américas, Claudia Papa Scarpa conta que, quando começou a conversar com a matriz da companhia, na Itália, os executivos acharam estranho o tipo de cobertura que se pretendia oferecer por aqui. Foi preciso explicar algumas das particularidades do mercado brasileiro para que entendessem a razão de incluir no contrato, além da bicicleta, itens como tênis e mochila do segurado.

“Tivemos de explicar para a matriz o motivo de incluir o roubo e o furto qualificados e o transporte de mercadorias. No Brasil, temos os mais diferentes perfis, desde o executivo que carrega o notebook na mochila enquanto pedala para o trabalho até os estudantes que vão para a escola de bicicleta, além do número cada vez maior de entregadores que trabalham para os aplicativos de entrega de alimentação”, explica Claudia.

Para atender o mercado local, a Generali passou a oferecer há cerca de um mês um seguro que prevê na cobertura situações como o roubo do tênis ou outro tipo de calçado do ciclista, da bolsa ou mochila e de itens que podem estar sendo transportados, como o smartphone ou tablet, óculos de grau ou de sol, relógio, chaves do veículo ou de casa. Muitos ciclistas, lembra a executiva da Generali, têm medo de circular pelas cidades porque sabem do risco ao qual se expõem ao pedalar com uma mochila nas costas, mesmo que não carreguem um notebook ou outro dispositivo tecnológico.

“Ao oferecer esse produto, pensamos tanto no entregador que usa a bicicleta como ferramenta de trabalho quanto na família que passeia, no executivo que usa para o deslocamento em curtas distâncias e o jovem que utiliza esse meio para ir à escola”, explica Claudia. “A forma de contratar seguro vai mudar. As cidades estão cada vez mais impraticáveis por causa do trânsito, da poluição, da escassez e do preço do estacionamento”.

Em expansão

A matriz italiana já tinha lançado um produto semelhante, mas Claudia conta que havia a necessidade de adaptá-lo à realidade brasileira. “Era um sonho fazer esse tipo de proteção.

O mercado, de acordo com a Abraciclo, voltou a crescer fortemente, depois de uma leve queda em 2016 e 2017. No ano passado, houve um crescimento de 16% e a projeção para 2019 é de 10%, com 850 mil unidades fabricadas no país, fora as importações”, diz a executiva.

Além do aumento na produção de bicicletas, a malha cicloviária, em especial nos grandes centros, também tem recebido investimentos do poder público, tornando a modalidade de transporte mais atraente. Junta-se a isso o aumento da infraestrutura e a mudança de hábito da população mais jovem, que tem cada vez mais optado pelos serviços de transporte compartilhado, que usam carros, bicicletas e patinetes. O seguro da Generali voltado à micromobilidade prevê uma cobertura de até R$ 3 mil e o custo mensal é de R$ 14,50. Além de bicicleta, convencional ou elétrica, ele garante a proteção de quem usa patinete elétrico.

Problemas no percurso

Apesar dessas mudanças, Claudia lembra que ainda há muitos problemas apontados pelos ciclistas, como mostra pesquisa recente divulgada pelo Labmob, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo o levantamento, 49% dos entrevistados reclamam da falta de segurança pública e 38% apontam o problema da ausência de infraestrutura para quem busca alternativas aos carros e ao transporte público para se deslocar.

O seguro para ciclistas já está à venda na seguradora, mas nas próximas semanas Claudia espera ter concluído a negociação com redes de varejo e um banco digital para oferecer o produto nesses pontos de venda e assim aumentar o alcance, permitindo que ele seja massificado e custe menos.

Foi com essa estratégia que a companhia conseguiu oferecer uma opção mais econômica para os donos de motos. Esse, tradicionalmente, sempre foi um seguro caro por causa do alto risco de furto ou acidente. A Generali fez um acordo com a Car System e oferece a opção de um seguro a partir de R$ 10 por mês para quem instalar o rastreador da empresa.



Gol reduz prejuízo no 2º tri; revisa projeção





A Gol teve prejuízo líquido de R$ 194,6 milhões no segundo trimestre, uma forte queda (-89,76%) em relação ao resultado negativo do mesmo período de 2018 (R$ 1,9 bilhão), ajudada pelo forte crescimento de receita, conforme dados divulgados pela companhia aérea nesta quinta-feira.
De abril a junho, a receita operacional líquida totalizou R$ 3,1 bilhões, alta de 33,4% na comparação ano a ano e também o maior valor já registrado pela empresa em um segundo trimestre. A Gol tem se beneficiado da suspensão de voos da rival Avianca Brasil, em processo de recuperação judicial.

A receita operacional líquida por assento quilômetro ofertado (RASK, na sigla em inglês) foi de R$ 0,2763, um aumento de 25,3% em comparação com os mesmos meses de 2018.
"Atualmente, as tendências de receita e reservas de passageiros permanecem fortes, e a companhia espera que o RASK do terceiro trimestre de 2019 aumente de 11% a 13%, em comparação com o terceiro trimestre de 2018", afirmou a Gol em comunicado sobre o desempenho do segundo trimestre.
O custo unitário baseado no custo por assento quilômetro ofertado (CASK), excluindo despesas não recorrentes, aumentou em 13,6%, para R$ 0,2412, principalmente devido ao aumento dos custos com combustível, segundo a Gol, consequência do acréscimo de 9,8% no preço de querosene de aviação.
O lucro operacional medido pelo Ebit foi de R$ 399,4 milhões, acima dos R$ 87,1 milhões do mesmo período do ano passado, com a margem subindo para 12,7%, maior patamar desde 2006, mesmo diante do aumento de 8,8% na taxa de câmbio média e do acréscimo no preço de querosene de aviação.
No final de junho, a Gol registrava uma relação dívida líquida/Ebitda de 3,1 vezes, contra 3,3 vezes no final de março.
A companhia disse que, "apesar do groundeamento temporário do Boeing 737 MAX, a malha aérea da GOL está apresentando um bom desempenho e nossas perspectivas financeiras para o segundo semestre de 2019 permanecem sólidas. A utilização de aeronaves atingiu 11,7 horas bloco no trimestre".
"Temos flexibilidade em nosso plano de frota, incluindo a possibilidade de arrendar mais aeronaves Boeing 737 NG", disse o diretor presidente da Gol, Paulo Kakinoff, no comunicado sobre o balanço. "Com base na mais recente previsão da Boeing, estimamos a aprovação para o retorno do MAX pelos órgãos reguladores competentes no quarto trimestre de 2019."

Projeções

A Gol também revisou projeções para o ano, incluindo para o lucro por ação, que agora espera que fique entre R$ 1,40 e R$ 1,70, de R$ 1,20 a $ 1,60 anteriormente. Para 2020, estima entre R$ 2 e R$ 2,50, ante R$ 1,80 e R$ 2,30 estimados previamente.
Em relação à frota média total, calcula que ficará entre 125 e 127 neste ano, contra previsão anterior de 124 a 127; e entre 131 e 136 em 2020, contra estimativa anterior de 128 a 131.
Ainda, a companhia anunciou programa de recompra de até 3 milhões de ações preferenciais, a ser concluído nos próximos 12 meses.

Três linhas terão seus itinerários alterados na Zona Sul a partir deste sábado, 3   



A SPTrans informa que a partir deste sábado, 3 de agosto, três linhas terão seus itinerários alterados devido à implantação de duplo sentido de circulação na Rua Barão do Rio Branco, entre a R. Cerqueira César e Av. João Dias, em Santo Amaro, na Zona Sul.


                          Foto: Sidnei Santos


Confira as alterações:

6041/10  Jd. Jangadeiro – Sto. Amaro
Ida: sem alteração.
Volta: normal até a R. Cerqueira César, R. Barão do Rio Branco, Av. João Dias, Pça. Sto. Inácio de Loyola, Av. João Carlos da Silva Borges, R. Bragança Paulista, prosseguindo normalmente.

736I/10 Jd. Ingá – Sto. Amaro
746C/10 Jd. Taboão – Sto. Amaro
Ida: sem alteração
Volta: normal até a R. Cerqueira César, R. Barão do Rio Branco, Av. João Dias, Pça. Sto. Inácio de Loyola, Av. João Carlos da Silva Borges, R. Bragança Paulista, prosseguindo normalmente.


Para informações sobre itinerários ligue 156.

Obras motivam mudanças em três linhas na Zona Oeste



A SPTrans informa que a partir deste sábado, dia 3 de agosto, as linhas 809H/10 Jd. Boa Vista – Lapa e 7458/10 Jd. Boa Vista - Est. da Luz terão seus pontos iniciais remanejados. Já a linha N842/11 Term. Pinheiros - COHAB Raposo Tavares terá alteração no itinerário. As mudanças serão implantadas devido a realização de obra na Rua Kenkiti Shimomoto, entre a Rua Pedro Campofiorito e a Av. Victor Civita, no Jardim Boa Vista, Zona Oeste e valerão durante o período de realização dos serviços. 


                            Foto: Sidnei Santos


Confira as mudanças:
809H/10 Jd. Boa Vista – Lapa
Ponto inicial:
 Via Transversal Sul, 138
Ponto Final: sem alteração.
Ida: Via Transversal Sul, Av. Dr. Kenkiti Shimomoto, R. Damianópolis, R. Roberto Robinson, prosseguindo normal
Volta: normal até a R. Damianópolis, Av. Dr. Kenkiti Shimomoto, Via Transversal Sul, rotatória e Via Transversal Sul.

7458/10 Jd. Boa Vista – Estação da Luz
Ponto inicial:
 Via Transversal Sul, 138
Ponto Final:  sem alteração.
Ida: Via Transversal Sul, Av. Dr. Kenkiti Shimomoto, R. Damianópolis, R. Roberto Robinson, prosseguindo normal
Volta: normal até a R. Damianópolis, Av. Dr. Kenkiti Shimomoto, Via Transversal Sul, rotatória e Via Transversal Sul.

N842/11 Term. Pinheiros - COHAB Raposo Tavares
Sentido único:
 normal até a Av. Dr. Kenkiti Shimomoto, Via Transversal Sul, rotatória, Via Transversal Sul, Av. Dr. Kenkiti Shimomoto, R. Damianópolis, R. Roberto Robinson, Rua Pedro Alexandrino Soares, R. Gabriel de Carvalho, R. Candido Fontoura, R. Agostinho de Azevedo, prosseguindo normal.
O ponto de parada na Av. Dr. Kenkiti Shimomoto nº 21 não será atendido pela linha N842/11 Term. Pinheiros - COHAB Raposo Tavares durante o período da obra. 


Para informações sobre itinerários ligue 156.

SPTrans desvia itinerários de cinco linhas durante evento na Penha neste sábado



A SPTrans informa que cinco linhas terão desvios em seus itinerários das 10h às 20h deste sábado, 3 de agosto, em razão do evento Fé e Cultura, na Rua Alvinópolis, entre as ruas Mirandinha e Antônio Lamanna, na Penha, Zona Leste. 


Juntas, as linhas transportam cerca de 39 mil usuários

                             Foto: Mayara Vieira

Confira os itinerários:
3459/10 Itaim Paulista – Term. Pq. D. Pedro II
273J/10 Jd. Romano – Metrô Penha
2772/10 Jd. Nazaré – Metrô Penha
3462/10 Vl. Santana – Metrô Tatuapé
403A/10 CPTM José Bonifácio – Term. Penha
Ida:
 normal até a Rua Alvinópolis, Rua Mirandinha, Av. Dr. Orêncio Vidigal, Rua Antônio Lamanna
, Rua Alvinópolis, prosseguindo normal.Volta: sem alteração. 

Para informações sobre itinerários, ligue 156.

Linha 1722/10 Jardim Marina – Metrô Tucuruvi terá mudança de itinerário neste fim de semana



A SPTrans informa que a linha 1722/10 Jardim Marina – Metrô Tucuruvi terá seu itinerário alterado neste fim de semana, dias 3 e 4 de agosto, das 7h às 22h, devido a evento religioso que será realizado na Av. Maestro Villa Lobos, entre as ruas Min. Kelly e  Pixibas, na Vila Gustavo – Zona Norte


                           Foto: Sidnei Santos


Confira o desvio:
1722/10 Jardim Marina – Metrô Tucuruvi
Ida: normal até a R. Pero Vidal, R. Cte. Antônio Paiva Sampaio, Av. Guapira, Av. Tucuruvi, R. Paulo de Faria, retorno, R. Paulo de Faria, Term. Metrô Tucuruvi.
Volta: Term. Metrô Tucuruvi, R. Paulo de Faria, retorno, R. Paulo de Faria, R. dos Ferroviários, Av. Guapira, R. Cte. Antônio Paiva Sampaio, R. Pero Vidal, prosseguindo normal.

Para informações sobre itinerários ligue 156.

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