Com o objetivo de melhorar as condições de quem depende do transporte coletivo e proporcionar uma espera pelo ônibus mais segura e confortável, a SPObras iniciou as obras de manutenção corretiva de 120 pontos de ônibus metálicos na Capital. Serão contemplados 43 endereços, entre eles as avenidas Sapopemba, Inajar de Souza, Itaquera, Imirim, Rodovia Raposo Tavares e Estrada de Itapecerica. A Prefeitura está investindo R$ 611 mil nas obras, que estão previstas para serem finalizadas em 4 meses.
Os serviços contratados abrangem a manutenção e troca das partes deterioradas, tais como cobertura, bancos, gradis, estrutura e lixeiras; reconstrução total ou parcial dos pisos para correção ou mitigação dos desníveis e eliminação de degraus e buracos, garantindo acessibilidade; nova instalação elétrica e iluminação em led, com reposição de lâmpadas e luminárias; além de informações sobre as linhas e itinerários.
Neste domingo (24/07), a Estação Estudantes da Linha 11-Coral da CPTM não terá circulação de trens durante toda a operação comercial para obras de melhoria. A execução de serviços vai alterar em cerca de 650 metros a posição atual de um Aparelho de Mudança de Via (AMV) nas proximidades da estação.
Durante o período de interdição para os trabalhos da equipe de manutenção, os passageiros serão atendidos por ônibus gratuitos da operação PAESE. Os passageiros que embarcam na Estação Estudantes sentido Estação da Luz deverão pegar os ônibus até a Estação Mogi das Cruzes para acessar o sistema. Os passageiros com destino à Estação Estudantes deverão desembarcar em Mogi das Cruzes, pegar o ônibus do PAESE e seguir viagem até a estação terminal.
Pontos de parada dos ônibus PAESE:
Estação Estudantes: Avenida Alvaro Pavan, s/nº (ao lado da estação)
Estação Mogi das Cruzes: Praça Sacadura Cabral, s/nº (ao lado da estação)
Para orientar os passageiros, haverá comunicação informativa e direcional para localização dos pontos de embarque dos ônibus, além da emissão de avisos sonoros nos trens e estações. Os colaboradores ficarão à disposição dos passageiros para ajudar em caso de dúvidas. Os passageiros também podem entrar em contato com os canais de atendimento Central de Relacionamento no 0800 055 0121 ou pelo WhatsApp (11) 99767-7030.
Os novos valores só poderão ser praticados 30 dias após a divulgação. O reajuste tarifário tem por objetivo preservar o equilíbrio econômico-financeiro estabelecido nos contratos de concessão.
Os tetos das tarifas de embarque e conexão de passageiros e de pouso e permanência de aeronaves foram reajustados em 12,33%. Os tetos das tarifas de armazenagem e capatazia de cargas foram reajustados em 11,89%. O reajuste foi aplicado sobre os tetos estabelecidos pela Portaria nº 5.406, de 09 de julho de 2021, considerando a inflação acumulada entre junho de 2021 e junho de 2022, medida pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo IPCA, do IBGE, observada no período.
Com a alteração dos valores, a tarifa máxima de embarque doméstico paga pelos passageiros passará de R$ 34,33 para R$ 38,56. Por sua vez, a tarifa máxima de embarque internacional passará de R$ 60,75 para R$ 68,24. Veja, a seguir, a tabela com os valores vigentes e os reajustados:
As tarifas aeroportuárias são valores pagos à concessionária pelas companhias aéreas, pelo operador da aeronave ou pelo passageiro. Os valores correspondem aos procedimentos de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem e capatazia dentro dos aeroportos. A tarifa de embarque é a única paga pelo passageiro e tem a finalidade de remunerar a prestação dos serviços, instalações e facilidades disponibilizadas pela concessionária aos passageiros.
Após o Aeroporto do Campo de Marte ser objeto de disputa judicial por décadas entre a União e a Prefeitura de São Paulo, o Presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou a Lei 14.409/2022, que abre crédito especial no Orçamento da União de R$ 23,9 bilhões. O valor será transferido da União para a prefeitura paulistana, como resultado de acordo sobre a posse do Campo de Marte.
A lei foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira (15). Ela teve origem no PLN 4/2022, projeto de lei do Congresso Nacional aprovado em sessão conjunta da Câmara e do Senado no último dia 12.
Acordo
O acordo entre a União e a prefeitura de São Paulo, homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), encerra uma disputa judicial que começou em 1958, quando o município entrou com uma ação de reintegração de posse contra a União. No termo de conciliação, a União ficará com 1,8 milhão de metros quadrados do Campo de Marte, enquanto a prefeitura ficará com 4,5 mil metros quadrados.
Os R$ 23,9 bilhões equivalem ao saldo devedor da dívida do município com a União consolidada em 31 de janeiro deste ano, permitindo um encontro de contas.
De acordo com a lei sancionada, esses recursos terão origem no superávit financeiro apurado em 2021 (referente aos “Recursos Financeiros de Livre Aplicação”).
Revolução de 1932
O aeroporto Campo de Marte abrigou a aviação bélica alinhada com os paulistas na Revolução Constitucionalista de 1932, mas foi depois ocupado pelas forças federais.
Atualmente, a propriedade e outras dependências são administradas pela Aeronáutica e pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeronáutica (Infraero).
Leilão para concessão
O Campo de Marte está incluído na sétima rodada de concessão aeroviária a ser promovida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No leilão, marcado para 18 de agosto, o Campo de Marte está em um bloco de aviação junto com o Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. O bloco está avaliado em R$ 740 milhões.
A SPTrans informa que o Plano de Atendimento entre Empresas de Transporte em Situação de Emergência (Paese) será acionado, a pedido do Metrô, das 4h10 às 16h, neste fim de semana, dias 16 e 17 de julho, entre as estações Jd. Colonial - Vila Prudente da Linha 15 – Prata do Metrô, na Zona Leste da cidade. Para facilitar a localização do local de embarque, os funcionários do Metrô farão a orientação aos passageiros.
Confira o itinerário da linha: Ida: Estação Jd. Colonial – Monotrilho, Av. Ragueb Chohfi, Pça. Felisberto Fernandes da Silva, Av. Sapopemba, Estação São Mateus - Monotrilho, Av. Sapopemba, Estação Fazenda da Juta - Monotrilho, Av. Sapopemba, Estação Sapopemba - Monotrilho, Av. Sapopemba, Estação Jd. Planalto - Monotrilho, Av. Sapopemba, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Vl. União - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Vl. Tolstoi - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Camilo Haddad - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação São Lucas - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Oratório - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Complexo Viário Sen. Antônio E. de Barros Filho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Vl. Prudente – Monotrilho.
Volta: Estação Vl. Prudente - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, R. Ibitirama, R. Cap. Pacheco e Chaves, Av. Paes de Barros, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Oratório - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação São Lucas - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Camilo Haddad - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Vl. Tolstoi - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Estação Vl. União - Monotrilho, Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, Av. Sapopemba, Estação Jd. Planalto - Monotrilho, Av. Sapopemba, Estação Sapopemba - Monotrilho, Av. Sapopemba, Estação Fazenda da Juta - Monotrilho, Av. Sapopemba, Estação São Mateus – Monotrilho, Av. Sapopemba, Pça. Felisberto Fernandes da Silva, Av. Ragueb Chohfi, Estação Jd. Colonial -Monotrilho.
Com chegada de fundo norte-americano, a Baufa Air, agora SimBrasil, conta com investimento inicial de R$ 100 milhões
Baufa Air altera marca para Sim Brasil Linhas Aéreas
Em mais uma etapa de sua história inicial, a Baufa Air agora passa a se chamar SimBrasil Linhas Aéreas. A mudança, segundo apuração a reportagem do Brasilturis Jornal, tem relação direta com a chegada de um fundo norte-americano que adquiriu 50% da aérea.
Ainda sem a divulgação do nome do grupo, o acordo assinado conclui também um investimento de R$ 100 milhões por parte dos executivos, além do que já foi aportado por Galeb Baufaker Junior, empresário e idealizador da companhia.
O valor, conforme apurou o Brasilturis Jornal, entra nos cofres da SimBrasil Linhas Aéreas em julho. A quantia, por sua vez, será utilizada para obtenção dos certificados com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), parte mais burocrática e demorada do processo para operacionalizar a aérea.
Além disso, os milhões citados servem também para garantir leasores das aeronaves da frota primária da Sim Brasil, bem como capital de giro para a operação inicial.
A estreia da companhia é prevista entre janeiro e fevereiro. Com hub no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a aérea tem, além da capital paulista, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Recife como demandas aéreas principais.
A frota inicial será, provavelmente, de cinco aeronaves A320. O FOP, reunião de orientação inicial agendada com a Anac. As datas estipuladas foram de 30 de junho, 4,5 e 6 de julho, mas a maior probabilidade é de acontecer no próximo mês.
SimBrasil: base
A empresa atua com escritório no Jabaquara, bairro da zona sul de São Paulo que fica próximo do terminal aéreo citado como hub. Atualmente com 35 profissionais já contratados, a expectativa é, até os dois primeiros meses de 2023, ter 400 colaboradores.
Ainda com o plano de “repatriação” Dos funcionários desempregados após o fim da ITA Transportes Aéreos, a SimBrasil conta com 60% do quadro atual de funcionários ex-ITA. Inclusive, Adalberto Bogsan é mantido como o CEO da companhia em construção.
Cargas
Fora a operação aérea ligada a aviação comercial, a Baufa Cargo, empresa ligada a Baufaker Junior, já possui autorização para voar. A empresa vai prestar serviços para a SimBrasil e conduz conversas com a Braspress para atender o transporte aéreo de cargas na malha de Manaus.
A polícia civil de São Paulo avalia pedir mais uma vez a prisão do vereador Senival Moura do PT. O parlamentar é investigado em uma operação que apura a participação do PCC em empresas de ônibus que têm contrato com a prefeitura de São Paulo. A suspeita é que Moura estaria envolvido na morte de um ex-diretor da Transunião, Adalto Soares Jorge. Em março de 2020, Adalto estava no estacionamento de uma padaria na zona leste da capital quando foi surpreendido por um homem armado. Imagens de circuito mostram o momento do assassinato. A investigação aponta que Adalto era testa de ferro do vereador na direção da empresa, que seria utilizada para lavagem de dinheiro de membros da facção criminosa.
O diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais, delegado Fábio Lopes, explica que foi o parlamentar quem colocou Adalto como diretor da Transunião. “O Adalto era, então, presidente da cooperativa. No mês de fevereiro ele foi afastado e no mês de março foi morto. Nós começamos a investigar a partir daí. Nós chegamos à conclusão que ele tinha sido morto por meio do crime organizado. Parece que houve um desvio de um valor muito grande do dinheiro que teria que ser repassado para os cooperados, no caso, agora, os acionistas. E uma parte grande desse dinheiro teria que ser repassado para os membros dessa organização criminosa. E parece que teve um desvio”, comenta o delegado.
O vereador nega a acusação. Em nota, Senival Moura disse que foi surpreendido pela ação da polícia e que não tem envolvimento com as ações, qlém de estar à exposição da justiça. Ele completa que sente a morte de Adalto até hoje e que o ex-diretor da empresa de ônibus era companheiro, trabalhador e amigo. Já o diretório municipal do PT da capital paulista afirma que confia na versão apresentada pelo parlamentar e que irá acompanhar o desenvolvimento das investigações.
A Transunião foi de uma operação do DEIC na última quinta-feira, 9. Na data, os policiais prenderam o principal suspeito do assassinato e suposto autor dos disparos, Jair Ramos de Freitas, conhecido como Cachorrão. Devanil Souza Nascimento, conhecido como Sapo, também foi preso. Ele era motorista do vereador e é suspeito de ter levado Adalto até a padaria. O DEIC indica que integrantes do PCC são donos de 30% a 40% da frota da companhia. 13 ônibus foram apreendidos. Além da Transunião, outra empresa de ônibus, a UP Bus também é alvo da polícia. A companhia é investigada pelo Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico. O DENARC disse ter provas que, pelo menos, cinco chefes da empresa fazem parte de facções criminosas e apurou que de 2015 a 2021 o número de sócios passou de três para 60 e o capital da Up Bus de R$ 1 milhão para R$ 20 milhões.
Segundo a polícia, os responsáveis pelas frotas são suspeitos de homicídio, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, sequestros e roubo a bancos. Após a operação, o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que pode quebrar os contratos com as empresas, caso as irregularidades sejam comprovadas. “Essa etapa é de investigação, portanto, apesar de parecerem robustas as próprias, ainda está em investigação, estando em investigação, a prefeitura não tem o que fazer, porque não tem a confirmação. Havendo a comprovação de que houve a utilização da concessão, portanto, o contrato firmado da prefeitura e empresa, e que esse contrato foi usado para fazer a lavage, de forma muito rápida, nós vamos fazer a rescisão contratual”, disse Nunes.
Juntas, Transunião e Up Bus transportam mais de nove milhões de passageiros por mês na cidade de São Paulo. A Transunião opera dois lotes, um com 40 linhas, que vai de São Miguel Paulista ao Itaim Paulista e outro com dez, que vai da Vila Prudente a São Mateus. Já a UP Bus é responsável por 13 linhas, que vão do Tatuapé a São Miguel Paulista.